terça-feira, 28 abr, 2026

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Novo salário mínimo paulista pode chegar a R$ 1.874

Projeto enviado à Alesp prevê reajuste de 15,6% acima do mínimo federal e beneficia mais de 70 categorias
Da Redação

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O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) encaminhou à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) o projeto de lei que propõe o reajuste do salário mínimo paulista para R$ 1.874,36. A medida reforça a política de valorização do piso estadual em 2026 e amplia a diferença em relação ao salário mínimo nacional, atualmente em R$ 1.621.

Com a proposta, o piso paulista passa a ser 15,6% maior que o nacional, representando uma diferença de R$ 253. O valor contempla mais de 70 categorias profissionais no estado.

Segundo o governo estadual, o salário mínimo paulista acumula alta de 46% em relação ao piso vigente em 2022. No mesmo período, o mínimo nacional teve crescimento nominal de 33,7%. Já o reajuste estadual supera o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que foi de 19,5%.

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Categorias contempladas

Confira a lista das categorias profissionais que poderão receber o novo piso salarial:

  • Trabalhadores domésticos
  • Cuidadores de idosos
  • Cuidadores de pessoas com deficiência
  • Serventes
  • Trabalhadores agropecuários e florestais
  • Pescadores
  • Contínuos
  • Mensageiros
  • Trabalhadores de serviços de limpeza e conservação
  • Trabalhadores de serviços de manutenção de áreas verdes
  • Trabalhadores de logradouros públicos
  • Auxiliares de serviços gerais de escritório
  • Empregados não especializados do comércio, da indústria e de serviços administrativos
  • Cumins
  • Barboys
  • Lavadeiros
  • Ascensoristas
  • Motoboys
  • Trabalhadores de movimentação e manipulação de mercadorias e materiais
  • Trabalhadores não especializados de minas e pedreiras
  • Operadores de máquinas e implementos agrícolas e florestais
  • Operadores de máquinas da construção civil
  • Operadores de mineração
  • Operadores de cortar e lavrar madeira
  • Classificadores de correspondência
  • Carteiros
  • Tintureiros
  • Barbeiros
  • Cabeleireiros
  • Manicures e pedicures
  • Dedetizadores
  • Vendedores
  • Trabalhadores de costura
  • Estofadores
  • Pedreiros
  • Trabalhadores de preparação de alimentos e bebidas
  • Trabalhadores de fabricação e confecção de papel e papelão
  • Trabalhadores em serviços de proteção e segurança pessoal e patrimonial
  • Trabalhadores de serviços de turismo e hospedagem
  • Garçons
  • Cobradores de transportes coletivos
  • Barmen
  • Pintores
  • Encanadores
  • Soldadores
  • Chapeadores
  • Montadores de estruturas metálicas
  • Vidreiros
  • Ceramistas
  • Fiandeiros
  • Tecelões
  • Tingidores
  • Trabalhadores de curtimento
  • Joalheiros
  • Ourives
  • Operadores de máquinas de escritório
  • Datilógrafos
  • Digitadores
  • Telefonistas
  • Operadores de telefone e de telemarketing
  • Atendentes e comissários de serviços de transporte de passageiros
  • Trabalhadores de redes de energia e de telecomunicações
  • Mestres e contramestres
  • Marceneiros
  • Trabalhadores em usinagem de metais
  • Ajustadores mecânicos
  • Montadores de máquinas
  • Operadores de instalações de processamento químico
  • Supervisores de produção e manutenção industrial
  • Administradores agropecuários e florestais
  • Trabalhadores de serviços de higiene e saúde
  • Chefes de serviços de transportes e de comunicações
  • Supervisores de compras e de vendas
  • Agentes técnicos em vendas
  • Representantes comerciais
  • Operadores de estação de rádio
  • Operadores de estação de televisão
  • Operadores de equipamentos de sonorização
  • Operadores de projeção cinematográfica

*Com informações da Agência SP

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