Mogi das Cruzes segue entre as cidades que mais geram empregos no Estado de São Paulo. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, o município registrou, em março, 7.534 admissões e saldo positivo de 784 vagas com carteira assinada, o melhor resultado da região do Alto Tietê.
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O desempenho marca o segundo mês consecutivo de destaque e reforça a posição da cidade como líder regional na geração de empregos formais.
Perfil das contratações
Os dados mostram uma distribuição equilibrada entre as faixas etárias. Em março, foram registradas:
- 2.368 admissões entre jovens de 18 a 24 anos
- 1.288 entre 25 e 29 anos
- 1.725 entre 30 e 39 anos
- 1.276 entre 40 e 49 anos
- 698 entre 50 e 64 anos
Do total de contratações, 3.775 foram homens e 3.759 mulheres, indicando equilíbrio também na participação por gênero.
Setores em crescimento
O avanço foi impulsionado por diferentes segmentos da economia, com destaque para:
- Serviços: 391 novas vagas
- Indústria: 237 vagas
- Construção civil: 92 vagas
- Comércio: 71 vagas
Os números refletem a diversificação da atividade econômica no município e a retomada de setores estratégicos.
Estratégias e ações
A administração municipal atribui os resultados a ações de incentivo à empregabilidade e ao fortalecimento do diálogo com o setor produtivo. Entre as iniciativas estão os mutirões de emprego e programas de qualificação profissional, voltados à inserção de trabalhadores em áreas com maior demanda.
Outro destaque é a realização da Semana do Primeiro Emprego, que reuniu estudantes e resultou em mais de 170 candidatos aprovados para etapas seguintes de processos seletivos.
Projeção e ranking
No ranking estadual referente a fevereiro, Mogi das Cruzes ocupou a 26ª posição entre as cidades que mais geraram empregos, com 634 vagas criadas. A expectativa é de avanço no levantamento de março, ainda a ser divulgado pela Fundação Seade.
O município mantém, assim, trajetória de crescimento na geração de emprego e renda, consolidando-se como referência regional em inclusão produtiva e dinamização da economia.


