sábado, 21 fev, 2026

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Solidariedade na veia

O Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado em 14 de junho, chega este ano com um alerta preocupante para o Alto Tietê
Da Redação

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O Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado em 14 de junho, chega este ano com um alerta preocupante para o Alto Tietê, como mostra reportagem de Felipe Alves na página 3 da última edição da GAZETA: os estoques do Hemocentro de Suzano, que abastece 20 hospitais da região, estão no limite.

Por isso vale um alerta: há gestos que não custam nada, mas valem tudo. Doar sangue é um desses atos silenciosos, anônimos e profundamente humanos. Não há recompensa financeira, não há aplausos — apenas a certeza de que uma parte de você seguirá pulsando na vida de alguém que talvez jamais conheça. E isso basta.

Neste 14 de junho, é essencial reforçar o valor dessa atitude solidária. Em poucos minutos, uma única pessoa pode ajudar a salvar até quatro vidas. Mas vivemos tempos em que o individualismo grita alto. Justamente por isso, doar sangue se torna um ato de resistência, um lembrete de que a empatia ainda existe. De que, apesar das urgências do cotidiano, há quem pare por alguns minutos para estender a mão — ou o braço — ao próximo.

A solidariedade não depende de grandes feitos. Muitas vezes, ela se revela nos detalhes: um agendamento, uma visita ao hemocentro, uma conversa que convence outro a doar. Cada gota conta. Cada bolsa é esperança. Cada gesto é amor em estado líquido.

Doe regularmente, convide amigos, forme grupos. A solidariedade precisa de continuidade. Em tempos difíceis, doar sangue é um ato de amor que não pode esperar.

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