Muitos homens saem de casa sem pensar duas vezes no caminho que vão fazer, no horário em que vão voltar ou em quem estará ao seu redor durante o trajeto. Para muitas mulheres, porém, a realidade é diferente.
Antes mesmo de sair, existe um cálculo silencioso. Qual caminho é mais seguro? O local é bem iluminado? É melhor pedir um carro por aplicativo ou esperar um pouco mais? Vale a pena caminhar sozinha?
A verdade é que a experiência de ocupar os espaços públicos ainda é diferente para homens e mulheres. Enquanto muitos circulam com liberdade, milhões de mulheres convivem com uma sensação constante de alerta.
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Compartilhar localização, enviar a placa do carro para familiares, evitar determinados horários, mudar de calçada ou fingir uma ligação são comportamentos tão comuns que acabaram sendo naturalizados.
Essa vigilância permanente tem consequências. Afeta a saúde mental, aumenta a ansiedade e limita a sensação de liberdade. Afinal, quando uma pessoa precisa avaliar riscos o tempo inteiro, ela deixa de ocupar os espaços com tranquilidade.
Por isso, quando falamos sobre segurança da mulher, não estamos falando apenas sobre violência. Estamos falando sobre qualidade de vida, saúde emocional e o direito de viver sem medo.
Eu sou Aline Teixeira e acredito que liberdade não é apenas poder ir e vir, é poder fazer isso sem medo. Se você também acredita, me acompanhe nas redes sociais @alineteixeira.oficial.