A assistente social e conselheira tutelar desincompatibilizada Rose Silva anunciou sua pré-candidatura a deputada federal pelo MDB nas eleições de 2026. Moradora de Mogi das Cruzes, ela afirma que pretende representar a cidade e a região do Alto Tietê na Câmara dos Deputados.
Segundo Rose, sua atuação será voltada à defesa dos direitos de crianças e adolescentes, dos trabalhadores, da participação feminina na política e do fortalecimento de políticas públicas destinadas às pessoas em situação de vulnerabilidade.
Rose está em seu segundo mandato como conselheira tutelar e destaca ter sido a candidata mais votada nas duas eleições para o cargo. Atualmente, também preside o MDB Mulher em Mogi das Cruzes.
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Durante o anúncio da pré-candidatura, a assistente social afirmou que pretende ampliar o debate sobre temas como proteção à infância, educação, saúde, inclusão de pessoas com deficiência e representatividade feminina.
Em nota, Rose destacou sua trajetória profissional e pessoal, afirmando que pretende ampliar a presença de mulheres e trabalhadores nos espaços de decisão política.
“Não nasci em berço de ouro e não tenho sobrenome de tradição política. Comecei como governanta, aprendi o verdadeiro significado de cuidar e transformei essa vontade em profissão e em ação comunitária. Hoje, como pré-candidata a deputada federal, carrego comigo a responsabilidade de lutar por quem sempre foi deixado de lado: mulheres, trabalhadores, crianças e pessoas com deficiência”, afirmou.
Trajetória
Natural do Paraná, Rose Silva chegou a Mogi das Cruzes no início dos anos 2000. Trabalhou como governanta e babá antes de se formar em Serviço Social. Também atuou por dez anos como obreira em ações comunitárias, até ser eleita conselheira tutelar.
A pré-campanha adota como slogan a frase “Por que não?”, utilizada para defender maior participação de mulheres e pessoas de origem popular na política.
“Muitos questionam meu lugar. Muitos perguntam: ‘Por que ela?’. E a resposta é simples: por que não? Mulheres trabalhadoras também precisam estar onde as decisões são tomadas”, concluiu.