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Que Deus ajude

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Uma série de coincidências muito suspeitas cercam o processo de privatização da Sabesp, maior empresa de saneamento do país, capitaneada pelo governador carioca de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

No leilão realizado há menos de 10 dias, apenas uma empresa, a Equatorial Participações e Investimentos, apresentou proposta para assumir o posto de investidor de referência na operação de venda da autarquia à iniciativa privada

O investidor de referência terá 15% das ações da companhia e a Equatorial propôs investir cerca de R$ 6,9 bilhões por esse pedaço da Sabesp. Aí começam as coincidências. A primeira é que, além de ser a única candidata, a empresa vencedora tem pouquíssima ou quase nenhuma experiência atuando na área de abastecimento de água, tendo iniciado sua atuação na área em 2021.

A segunda coincidência é que a atual presidente do Conselho de Administração da Sabesp, Karla Bertocco, ocupou até dezembro de 2023 um cargo no Conselho da própria Equatorial.

Outra situação que chama a atenção no estranhíssimo processo de privatização da Sabesp é que, para honrar com o pagamento do lance vencedor apresentado no leilão, a Equatorial teve que recorrer a um empréstimo-ponte, cujo valor não foi divulgado.

Com essas e outras coincidências, fica difícil ao cidadão comum não começar a suspeitar que, do jeito que as coisas estão começando nesse processo de privatização, as chances de termos alguma surpresa muito negativa lá na frente são muito grandes. Deus nos ajude que não.

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