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Com sabor agridoce, Brasil empata sem gols com a Costa Rica

Seleção brasileira martelou, mas retranca costarriquenha prevaleceu, criando uma complicação desnecessária para a classificação
Vini Jr e Rodrygo lamentam chance perdida contra a Costa Rica
Vini Jr e Rodrygo lamentam chance perdida contra a Costa Rica - Foto: Divulgação

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No primeiro jogo oficial da seleção brasileira sob o comando do técnico Dorival Júnior, a Costa Rica conseguiu retrancar-se de modo a complicar a vida do Brasil num grupo que tinha tudo para ser diferente. Após empatar sem gols nesta primeira rodada, no SoFi Stadium, em Los Angeles, ganhar do Paraguai, na sexta-feira (28), e da Colômbia, na próxima terça-feira (2), passa a ser obrigação.

Com um esquema defensivo brasileiro bem montado e bons jogadores, muito melhores que os atacantes adversários, os costarriquenhos não arrancaram muitos suspiros. Dorival pecou, talvez, no excesso de prudência, mantendo dois volantes contra um adversário que não exigia tanto temor.

No ataque, enfrentaram o exemplo mais clássico do termo retranca, com marcações dobradas – quando não triplicadas – nos habilidosos atacantes canarinhos. Mesmo assim, o talento prevaleceu e os brasileiros conseguiram criar boas chances, com chutes na trave e defesas do goleiro que nos faz lembrar que Deus, por vezes, também é costarriquenho.

Mesmo quando, aos 26 minutos do segundo tempo, o lateral-direito Quirós cabeceou perigosamente contra a própria meta, o iluminado Patrick Sequeira estava lá para, em cima da linha, interromper o grito de gol verde e amarelo.

A parte salgada da noite se deu, basicamente, pelo placar indigno; a doce, por sua vez, pela dominância brasileira durante toda a partida, sufocando a equipe treinada pelo argentino Gustavo Alfaro do início ao fim.

A necessidade de maior capricho na finalização pode ser encarada como um sinal de que algumas alterações podem/devem ser feitas, principalmente no que diz respeito ao excesso de Raphinha em campo. Não é possível que não haja, no mundo todo, um ponta-direita nascido sob as bênçãos do Cruzeiro do Sul que seja melhor que este rapaz.

Justiça seja feita: ele não comprometeu e até teve participações importantes em lances de perigo, mas foi isso. Aplicação tática não ganha jogo, como pudemos comprovar.

Atual melhor do mundo, Vinicius Júnior precisa mostrar ao que veio com a camisa da seleção. Seu apagamento foi sentido a ponto do já citado Raphinha ter sido muito mais acionado.

O melhor em campo, ao lado do goleiro da Costa Rica, foi Lucas Paquetá. Com dribles curtos, passes inteligentes e chutes perigosos a gol, seu desempenho nos faz querer, momentaneamente, esquecer a existência de casas de aposta e qualquer suposto esquema de manipulação.

As expectativas para o confronto com o Paraguai são altas. O time brasileiro é melhor e mais organizado. Preocupa quando lembramos que também era assim contra a Costa Rica. A pressão é mais alta ainda.

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