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Após pressão de Boigues, Tarcísio visita Itaquá pela 1ª vez para tratar de enchentes

Para o governador, solução é a construção, em quatro anos, de 2 mil moradias para a população moradora de áreas de risco

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Na quinta-feira (2), o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) cumpriu agenda, pela primeira vez, na cidade de Itaquaquecetuba, mais precisamente na Vila Maria Augusta, uma das regiões mais castigadas pelas enchentes nesta época de fortes chuvas. A visita ocorreu após semanas de forte pressão feita pelo prefeito, Eduardo Boigues (PP), sobre o DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica), pedindo que as comportas da Barragem da Penha fossem reabertas.

De acordo com o prefeito, o fechamento de quatro das seis comportas seria o motivo pelo qual a água das enchentes está demorando para abaixar. O órgão estadual, desde o início, nega a influência de uma coisa na outra.

Durante o dia todo em que circulou pelo bairro, Tarcísio confirmou a versão de DAEE, explicando que a cidade está 12 metros mais alta que a Barragem em relação ao nível do mar. A moradores, o governador foi veemente: “Se fosse a barragem seria mais fácil, eu abria e acabou. Não seria mais fácil de resolver?! Mas não é isso.”

Para ele, a solução é apenas uma: tirar as pessoas de lá. De acordo com o prefeito, Tarcísio se comprometeu a realizar um forte investimento em moradias populares na cidade durante seu mandato, construindo 500 casas por ano até 2026, totalizando 2 mil residências que seriam destinadas exclusivamente para moradores de áreas de risco.

À GAZETA, a secretária municipal de Habitação, Ângela Quirino, revelou que o terreno pensado pela prefeitura para o projeto é uma antiga conhecida da população itaquaquecetubense, a Fazenda Albor, área de enorme proporção que vem há anos sendo pleiteada para construção de moradias populares.

Para atenuar os danos das enchentes na cidade enquanto o projeto habitacional não sai do papel, o governador anunciou a abertura – prevista ainda para este mês de março – de um edital para a contratação de uma empresa para fazer o desassoreamento de todo o lote 4, trecho do Rio Tietê que pertence a Itaquá.

ASSISTÊNCIA – Para Tarcísio, o que pode (e deve) ser feito como medida emergencial de apoio às vítimas é a oferta de programas de assistência social, como o programa estadual “Bolsa do Povo”. A prefeitura, por sua vez, está realizando o cadastramento das famílias atingidas para que elas recebam os recém-criados “Auxílio Emergencial” e “Auxílio Emergencial para Enchentes”, de acordo com Ângela Quirino.

Também estão sendo feitas ações solidárias, como na própria quinta-feira, quando foram entregues 500 cestas básicas, 500 kits de higiene e limpeza, 500 litros de leite, 500 litros de água, 100 marmitas, roupas e cloro para os moradores da Vila Maria Augusta.

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