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Alunos da Etec de Suzano se destacam ao inventar luz mais barata usando tinta

Supervisionados por seu orientador, eles criaram projeto que está entre os dez melhores do Estado

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Um trio de alunos que se formou em Química, em 2022, na Etec de Suzano conseguiu classificar seu projeto entre os dez melhores do Estado de São Paulo, em uma competição que reúne todas as Etecs. Com a ajuda de seu orientador, Sthefany Sant’ana Nunes, Vitória de Melo e Samuel dos Anjos Souza criaram uma tinta capaz de produzir luz duradoura e mais barata em relação à luz convencional.

Os três criaram o Projeto Eco.ink, o qual consiste em “criar uma tinta com a toxicidade baixa, utilizando o extrato glicólico da planta melaleuca, que possui capacidades antifúngicas e antibacterianas e, também, produzir um pigmento que brilha no escuro a partir de pilhas descartáveis”, conforme explicou Sthefany.

“A nossa tinta tem um custo barato porque a Etec exige que a gente aplique os nossos conhecimentos adquiridos durante o curso, nas aulas práticas e nas aulas teóricas, e a gente traga um produto que tenha inovação tanto para o mercado quanto para a natureza”, detalhou Vitória. “O nosso produto, além de ser acessível, por ser mais barato, também dura muito porque não vai adquirir fungos, bactérias ou outro micro-organismo. E por ele brilhar no escuro, nosso primeiro intuito era dele ser apenas decorativo, mas, com o passar do tempo, a gente percebeu que pode utilizar em várias outras áreas”, complementou Samuel.

Com sua invenção, a Etec Suzano e seus, agora, ex-alunos estão concorrendo com outros nove projetos na Feteps (Feira Tecnológica Paula Souza). A definição do melhor projeto ocorrerá no dia 27 de março.

O CPS (Centro Paula Souza) divulgou que “os grupos finalistas foram avaliados por uma banca formada por integrantes da comissão organizadora da feira e especialistas convidados. Os três projetos vencedores serão divulgados na cerimônia de premiação que ocorrerá em 27 de março, na sede do CPS.”

“É um projeto bem desafiador. E foi legal, no caso deles, porque eu acabei abrindo espaço, mesmo no dia em que não tinha aula, para a gente fazer alguma coisa. Vi que a proposta não era algo de se resolver em duas aulas por semana. A gente vê o resultado aí: no Estado de São Paulo, na categoria geral, que tem projetos da área de química, social, da área da saúde, estamos entre os dez finalistas. É a cereja do bolo”, comentou, orgulhoso, o professor Cesar Tatari, que orientou os estudantes.

 

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