sábado, 21 fev, 2026

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INTS completa um 1 ano em Itaquá com altos índices de aprovação na UPA e CS

Em um ano à frente da da urgência e emergência da cidade, Instituto conseguiu mudar o perfil do atendimento
Guilherme Alferes

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Na última terça-feira (6), completou-se um ano desde que o contrato entre a Prefeitura de Itaquaquecetuba e o INTS (Instituto Nacional de Tecnologia e Saúde) foi assinado, dando início assim ao trabalho da OSS (Organização Social de Saúde) à frente das duas unidades de urgência e emergência da cidade, a UPA e o CS Adulto. Neste período, o INTS realizou alterações no modus operandi das unidades e conseguiu elevar os índices de satisfação com os serviços a cerca de 90%. A decisão de contratar uma organização gestora partiu do prefeito Eduardo Boigues (PP), visando justamente melhorar a qualidade dos serviços.

De acordo com o próprio INTS, foram realizados aproximadamente 400 mil atendimentos nas duas unidades, sendo 193.279 no CS (média de 18.772 por mês) e 206.489 na UPA (média de 17.571 por mês), no período. Mesmo com este alto volume de pessoas, os serviços têm conseguido a proeza de manter elevadas as taxas de aprovação, com médias mensais de 89% no CS e 98% na UPA entre junho de 2022 e abril de 2023.

Nestes primeiros 12 meses desde a chegada em Itaquá, o INTS também ganhou a licitação que lhe deu o direito de estar à frente do recém-inaugurado CSI (Centro de Saúde Infantil), fato este que tornou a OS responsável por todas as unidades municipais de pronto-atendimento.

Questionada pela GAZETA sobre o tamanho da responsabilidade que tem nas mãos, a Gestora Operacional do INTS em Itaquá, Silvia Herranz, falou sobre a deficiência histórica que os itaquaquecetubenses enfrentam no quesito “pronto-atendimento”.

“A gente percebe, de fato, a carência pregressa da população, que faz com que a gente tenha crianças sem atenção básica, por exemplo, idosos com comorbidades sem tratamento, e isso, obvia e infelizmente, faz com que essas pessoas precisem de unidades de urgência e emergência como as nossas. Então, a gente tem aqui o reflexo de um passado onde as unidades precisavam de uma atenção, de infraestrutura, de equipe mesmo”, explicou.

Gestora Operacional do INTS em Itaquá, Silvia Herranz / Foto: Bruno Arib

De acordo com ela, para chegar aos bons resultados nas pesquisas de aprovação, foi preciso, além das mudanças estruturais, uma requalificação da mão-de-obra já instalada e contratação de outros profissionais, além da instalação do NEP (Núcleo de Educação Permanente), que realiza constantes treinamentos com os colaboradores.

Silvia celebrou também o que chamou de “casamento” entre a OS e o poder público municipal como peça-chave para o trabalho: “esse casamento entre a gestão municipal e organização social faz com que a gente consiga fazer um trabalho árduo, sem dúvida, mas cada vez melhor.”

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