sábado, 21 fev, 2026

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A real força da rosa vermelha

A força do trabalhador está na coletividade, que há de reflorescer
Da Redação

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A lógica sindical, hoje vista com maus olhos por grande parte dos brasileiros, parte do princípio de que negociações com empregadores devem ser feitas coletivamente para que não haja represálias contra insurgentes individuais. Mas o que explica o atual afastamento dos trabalhadores de seus representantes?

Dentre os grandes temas do debate público mundial na atualidade, um dos mais centrais acontece acerca das relações de trabalho, o que requer participação ativa de empresários, governos e, claro, trabalhadores. No Brasil, no entanto, a representação do terceiro grupo está cada vez mais sucateada e a responsabilidade é de todos.

Em primeiro lugar, os próprios sindicalistas precisam reconhecer que, principalmente nas últimas décadas, grande parte das entidades passou por uma partidarização excludente, com discussões nacionais tendo ganhado um espaço muitas vezes maior que as demandas da categoria.

A grande imprensa profissional também tem sua parcela de culpa, não dando a voz necessária às entidades de classe em coberturas de assuntos que as tange. E quando o faz, coloca em posição de vilania.

Por fim, parte crucial da problemática – e, claro, da solução – está na famigerada consciência de classe por parte dos trabalhadores, ou seja, entender que, no fim do dia, são o elo mais fraco da corrente e por isso precisam se fortalecer da maneira que podem.

É inegável que o modelo precisa ser revisto, mas não se resolve o problema de algo matando-o. A força do trabalhador está na coletividade, que há de reflorescer.

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