A editoria Gazeta no Seu Bairro desta edição foi até a Vila Lavínia, em Mogi das Cruzes, conferir de perto as características fascinantes do local. Próximo ao centro da cidade, mas ainda sim sem perder a identidade de um bairro residencial, o local tem baixo índice de incidentes e as ruas praticamente desertas, algo que é difícil de se ver em qualquer outro local. Tida como um bairro familiar e tranquilo, a vila se torna tentador para os moradores.
E não há dúvidas, quem passa pela Vila Lavínia automaticamente se imagina morando no bairro, e quem já mora não pretende se mudar.
“Eu não tenho do que reclamar, nunca tive problemas com furtos e roubos. Essa casa que eu moro é alugada, então, futuramente pode ser que eu tenha que sair daqui, mas se eu puder, quero procurar uma outra casa aqui no bairro mesmo”, disse a aposentada Noemia Amaral, 62.

O local também é marcado pelos tradicionais comércios, que passam de geração para geração e marcam o legado de uma família. Como é o caso do ‘Mercadinho do Nekão’, criado em 1964 pelo pai de Manoel Silvestre, 63, que atualmente administra o negócio.
“No início meu pai abriu o mercadinho para suprir a necessidade do bairro, mas com as expansões e melhorias que fizemos, hoje atendemos não só os moradores daqui, mas de outros bairros também”, contou o empreendedor. “Bairro tranquilo, com um público cativo” é como Manoel descreve os moradores.

É nítido como a Vila Lavínia se desenvolveu no ramo do comércio e hoje consegue oferecer aos moradores uma estadia confortável, pois itens essenciais como padarias e mercearias podem ser acessados percorrendo curtas distâncias a pé. “Aqui tem mercadinho que supre a necessidade dos moradores, e dá pra ir a pé. A Vila Lavínia é boa também porque você pode ir a pé para o centro de Mogi”, explicou Noemia.
Admilson Castilho, 38, autônomo, mora no bairro há 30 anos e só tem elogios para a boa qualidade de vida que ele e a família levam no local. “É um bairro muito bom, calmo, bem tranquilo, tem escola perto, posto de saúde, e não precisamos sair daqui quase pra nada. Sempre morei aqui e nunca pensei em me mudar, até porque com os anos o bairro só tem valorizado mais”, explicou.




