segunda-feira, 9 mar, 2026

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Toninho Mittras mira Alesp com foco em ação social e apoio de Milton Leite

Pré-candidato a deputado estadual se apresenta como o rosto de um projeto pragmático
Lailson Nascimento

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Em entrevista ao podcast Política se Discute, do jornal GAZETA, Antônio Carlos da Silva (União), o Toninho Mittras, abriu o jogo sobre 2026. Coordenador da Família Leite na Zona Leste de São Paulo e nome de confiança do ex-presidente da Câmara paulistana, Milton Leite, ele confirmou que poderá disputar uma cadeira na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) com a proposta de um “mandato de ampliação social”.

A trajetória de Mittras ajuda a explicar o tom da pré-campanha. Ele começou na base, como conselheiro tutelar em Ferraz de Vasconcelos, antes de migrar para a iniciativa privada. Mesmo assim, nunca se afastou do trabalho comunitário: mantém até hoje um instituto social em Ferraz e atua diretamente com projetos voltados à infância e juventude.

Mittras deixa claro que política, para ele, é meio não fim. “A vida das pessoas só muda com ação”, disse, rebatendo o que chama de “discurso vazio”. A metáfora que usa para definir sua visão é a do “médico sanitarista”: prevenir antes de remediar. Segundo Mittras, manter um adolescente em um projeto social custa uma fração do que o Estado gasta para mantê-lo na Fundação Casa e é isso que orienta sua atuação.

Com forte presença na Zona Leste, que ele faz questão de lembrar ter “população de país europeu” e trânsito no Alto Tietê, Mittras acumula resultados práticos. Ao longo dos últimos anos, articulou emendas na Alesp para entidades sociais, garantindo obras, equipamentos e infraestrutura para organizações que, segundo ele, “seguram a barra onde o Estado não chega”.

Sobre 2026, não deixou margem para dúvidas: é pré-candidato. E a postulação chega embalada pelo peso do grupo político do qual faz parte. Mittras define Milton Leite como “um dos principais nomes da política do Brasil hoje” e reforça que sua eventual candidatura nasce de uma decisão coletiva.

A meta, garante, é transformar o mandato em um motor de investimentos sociais: “um canhão de R$ 20 milhões por ano para o terceiro setor”, nas palavras dele. A lógica é simples: quanto maior o alcance político, maior a capacidade de ampliar projetos e atender mais comunidades.

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