No sábado (27) o diretório itaquaquecetubense do Solidariedade realiza a convenção partidária para confirmar a candidatura do ex-prefeito Armando Tavares Filho, o Armando da Farmácia, a voltar ao cargo. Com ele, também serão oficializadas as candidaturas à Câmara Municipal, sendo uma delas a da ex-secretária de Desenvolvimento Social Cláudia Marzagão, que falou à GAZETA sobre os caminhos que a levaram a almejar uma vaga no parlamento.
Tendo participado de duas gestões consecutivas, a primeira com início em 2013, na gestão Mamoru Nakashima (PSDB), e a segunda entre 2021 e 2023, na gestão Eduardo Boigues (PL), Cláudia foi uma das principais “construtoras” das políticas de assistência e desenvolvimento social que vem sendo aplicada nos últimos anos, tendo inclusive acompanhado a mudança do nome da Pasta de “Promoção Social” para o atual, como ela explica:
“Quando você fala em desenvolvimento social, você não está falando de uma questão exclusivamente de renda, de dar uma cesta básica. Se eu só der a cesta básica, eu não vou desenvolver socialmente aquela família. Parece que é só uma bobagem de nome, mas não é, era na verdade a ideia de mudar a chave no que Itaquaquecetuba ia trabalhar, e aí nós passamos a ser ‘Desenvolvimento Social.”
Para ela, a forma como chegou à Pasta, em 2013, já serve para demonstrar sua experiência em diversos temas:
“Quando eu entrei, já tinham passado quatro secretárias na gestão do Mamoru, e foi justamente para trazer a questão técnica, não só na política de assistência social, porque eu sempre falo isso: às vezes as pessoas me veem como uma técnica da assistência social, mas eu sou uma técnica de gestão pública. Eu teria a mesma ideia de reformulação se eu estivesse na educação, na saúde, em qualquer outra pasta.”


