Durante toda a série de reportagens da GAZETA No Seu Bairro, foi falado sobre a pujança de Mogi das Cruzes como uma cidade em desenvolvimento sobre as diversas perspectivas encontradas em cada região. É natural, em casos como esse, abordar os pontos de crescimento econômico e de maior atração a empresas no momento, mas é importante também valorizar os bairros residenciais, onde há a maior concentração de moradores e, consequentemente, é perpetuada a identidade cultural do município, como é o caso da Vila Lavínia.
Localizado entre o distrito de Brás Cubas e o Centro, a região conta com o privilégio de estar “próxima de tudo, mas afastada o suficiente para manter o ar de bairro”. Essa definição foi feita pela comerciante Neide de Fátima Andrade, 61, que mora ali desde o nascimento e, por conta da longevidade, presenciou a chegada de todo o progresso, mas ressalta o fato de mesmo assim ainda ser um lugar tranquilo para morar e trabalhar.
Para ela, essa tranquilidade pode ser explicada também pela forte presença religiosa, já que a região conta com igrejas evangélicas, católica e até um templo budista vivendo em harmonia.
“É muito diversificado e respeitoso entre todos e eu acho até que é um pouco por isso que é bom. Quando as pessoas buscam a religião, buscam a fé, independente de qual seja, fica mais fácil de um se preocupar com o outro, se ajudar e respeitar o espaço do outro”, explicou.

O empresário Paulo Rossi da Silva, 40, que, assim como Neide, mora lá a vida toda e escolheu manter seu negócio no mesmo bairro onde vive, destacou o baixo índice de criminalidade e o fato de, mesmo tendo uma característica residencial, a Vila Lavínia também ser um bom lugar para empreender:
“Não tem um movimento tão grande quanto o Centro, mas também é muito bom.”
Além das pessoas que já nasceram no bairro, há também aqueles que escolheram estar ali, como é o caso do encanador Abel Santana Filho, 54, que se mudou do Alto do Ipiranga para o bairro há 25 anos para ficar mais próximo de sua namorada e nunca mais saiu. De acordo com ele, o principal ponto positivo é o sossego.

“A vizinhança é na dela, não tem aquela arruaça que a gente vê por aí”, disparou.









É, mas vai dar uma olhadinha em partes das ruas J JOSÉ SECUNDINO LEITE RUA BENEDICTO SERVULO SANTANA, RUA SANTO ANDRÉ E SEM CONTAR COM A VIELA SANTO ANDRÉ E A RUA DA PAZ (QUE NEM ENERGIA ELÉTRICA CHEGOU AINDA!!!
DÁ UMA OLHADA EM VOLTA DO COLÉGIO CAIC!!!