sábado, 21 fev, 2026

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Os bares de Mogi e suas histórias: risos, causos e alegria de geração para geração

Sabe aquele papo de botequim prazeroso com os amigos, regado a uma cervejinha “estupidamente” gelada, onde são contados causos, piadas, histórias familiares, onde se ri e, também, se chora? Em Mogi das Cruzes muitas pessoas fazem essa atividade tão popular.
Da Redação

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“Eu bebo, sim! Estou vivendo…” Pode ser considerado um dos lemas do mogiano

Por Will Siqueira / Foto: Bruno Arib

Sabe aquele papo de botequim prazeroso com os amigos, regado a uma cervejinha “estupidamente” gelada, onde são contados causos, piadas, histórias familiares, onde se ri e, também, se chora? Em Mogi das Cruzes muitas pessoas fazem essa atividade tão popular. Tanto no Centro quanto em bairros mais distantes, os bares antigos são famosos pontos de encontro.

Nessa edição especial, a GAZETA visitou quatro bares antigos que, no decorrer dos anos, conquistaram respeito e afeto dos seus clientes, se tornando, inclusive, uma parte histórica das regiões em que estão situados.

O Bar do Capeta, na Vila Vitória (região central), o Bar da Alice, em frente à estação de trem Mogi das Cruzes (Centro), a São Joaquim Mercearia e Empório, o estabelecimento mais afastado dentre os quatro (Distrito de Sabaúna) e, por fim, o Bar do Oshida, no Jardim Universo (Distrito de Brás Cubas), são sinônimos de bares mogianos tradicionais.

“Homem casado não pode frequentar bar (risos). Então, a mulherada começou a reclamar e os amigos colocaram esse apelido, daí pegou”, conta.

Benedito Monteiro, 61, é dono do Bar do Capeta (existente há 55 anos) faz 25 anos.

“Têm pessoas que chegam aqui e falam: ‘Eu chego triste e seu marido me deixa alegre.’ Fala da pescaria, do futebol.”

A simpática Alice Hanaoka, 67, e seu marido têm seu bar há 31 anos, mas ele existe há 58.

O bar mais antigo dessa reportagem está em Sabaúna: a mercearia existe há 59 anos sob a posse da família de Nelson de Faria, 71; mas seu pai a havia comprado de outro dono.

“Ele adquiriu a mercearia que, na época, era Secos e Molhados, depois que mudou o nome, em homenagem ao meu pai.”

Nelson de Faria

“A clientela é fiel. Aqui, o pessoal gosta mais do torresmo, da linguiça e do churrasco, feito no final de semana”, detalha.

Hélio Oshida, 60, também tem um bar muito frequentado.
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2 Avaliações
  • Paulo Henrique says:

    Bar do Erasmo( falecido) hj Clube xv restaurante referência a 45 anos servindo a família mogiana com suas histórias de clientes a amigos além das fotos de futebol varziano da cidade hj comandado pelo seu filho Paulo servindo as deliciosa Picanha fatiada

    Responder
  • Alcino Monteiro says:

    Bar do Capeta
    ( Meu querido Xará )
    Se o Capeta tem uma casa
    ( claro que não nos quintos do inferno ) mas sim em nossa cidade.
    O endereço para quem não sabe é na Rua Gaspar Conqueiro no Bairro da Vila Vitória.
    Passa lá

    Responder

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