Depois de um recesso de quatro semanas, a GAZETA retorna ao convívio dos leitores em um ano decisivo. 2026 reserva dois grandes momentos de mobilização nacional. Primeiro, a Copa do Mundo, que reacende a paixão do brasileiro pelo futebol, com a Seleção comandada, pela primeira vez, por um técnico estrangeiro, em busca do hexa aguardado há 24 anos. Em seguida, o país entra em campo novamente, e o jogo é o das urnas, onde se decide os rumos do Brasil, dos Estados e do Congresso Nacional.
Se no futebol a torcida é natural, na política ela não pode ser cega. As eleições exigem mais do que entusiasmo: pedem responsabilidade, reflexão e preparo. É desde já que o eleitor deve estudar os candidatos, suas trajetórias e propostas.
Em um país de dimensões continentais, a escolha de representantes que conhecem a realidade local faz diferença. Votar em candidatos da cidade ou da região é apostar em quem vive os mesmos problemas e compreende, na prática, as necessidades da população.
É preciso atenção àqueles que só aparecem de quatro em quatro anos, surgem em período eleitoral, prometem soluções genéricas e desaparecem após o fechamento das urnas. Representatividade se constrói com presença, compromisso e vínculo real com a comunidade.
Assim como no futebol, onde o resultado depende de preparo e estratégia, na política a escolha consciente é o caminho para um futuro melhor. Em 2026, que o Brasil seja vitorioso no campo. E ainda mais nas urnas.
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