INTS na linha de frente da saúde de Suzano

Mais de 400 profissionais se dedicam diariamente à atenção básica de saúde da população de Suzano. Divididos entre 12 ESFs (Estratégia Saúde da Família), eles prestaram 136,5 mil atendimentos entre março de 2020 e fevereiro desse ano.

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Mesmo em meio à pandemia, organização social mantém atendimentos nos ESFs da cidade

Por Lailson Nascimento / Foto: Divulgação

Mais de 400 profissionais se dedicam diariamente à atenção básica de saúde da população de Suzano. Divididos entre 12 ESFs (Estratégia Saúde da Família), eles prestaram 136,5 mil atendimentos entre março de 2020 e fevereiro desse ano. Mesmo em meio à pandemia de coronavírus, os colaboradores da OSS (Organização Social de Saúde) INTS (Instituto Nacional de Tecnologia e Saúde) não pararam os atendimentos, sendo fundamentais para evitar que a doença fizesse e faça ainda mais vítimas na cidade.

A começar pelos ACSs (Agentes Comunitários de Saúde), que formam maioria entre a equipe multidisplinar, os profissionais do INTS são responsáveis pela linha de frente da área da saúde de Suzano desde 2014. Isso porque, como preconiza o Ministério da Saúde, o objetivo é trabalhar com ações de prevenção aos problemas.

Com experiência profissional de 20 anos, a coordenadora dos ESFs, Joyce Moreira da Silva, atua junto ao INTS desde o início do contrato. Sete anos depois, ela entende que o trabalho evoluiu. Questionada se a evolução se deu porque, no período, as pessoas passaram a utilizar mais as unidades básicas, ela esclareceu que o sucesso do trabalho se dá no sentido contrário.

A coordenadora Joyce Moreira

“Na realidade, nós é que vamos até à comunidade. Então, isso melhorou muito, porque a gente que leva prevenção na comunidade, algo que não era comum antes da implantação de ESFs. Realizamos prevenção em grupos, além de atividades da equipe multiprofissional. Temos fonoaudiólogo, odontologia, enfermeiros, então modificou bastante. Além, é claro, das visitas domiciliares”, apontou.

Nesse período de pandemia, os protocolos de atendimento mudaram, mas os ACSs continuam fazendo as visitas domiciliares e os demais profissionais atuando nas unidades. Com os devidos cuidados, nenhum colaborador da OSS foi vítima fatal da doença, e todos já estão vacinados. “O INTS tem uma visão de estimular e cuidar do seu colaborador”, concluiu Joyce.

Avaliação

No atual momento, a recém inaugurada unidade da Vila Amorim é a que mais recebe pacientes, segundo Joyce. No local, entrevistadas fizeram uma boa avaliação sobre o serviço.

“O atendimento aqui é bom, o melhor que se pode fazer. A cidade só precisa ampliar a quantidade de médicos”, observou a auxiliar de enfermagem Luciana Maria de Paula, 45 anos – que trabalha em outro serviço público de saúde e estava passando por consulta na ocasião.

Já a consultora de atendimento Thais Duarte de Gois, 23, ponderou que a área da saúde, em linhas gerais, não está boa, por conta da pandemia, mas disse que saiu satisfeita do posto da Vila Amorim. “Eu acho um dos melhores que temos aqui na região.”

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