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Eng. Manoel Feio põe fim ao descaso da CPTM com Itaquá

Obra milionária atende demanda histórica da cidade e simboliza fim de ‘abandono’ estadual a estações itaquaquecetubenses
O governador em exercício, Felício Ramuth, esteve na Estação Manoel Feio para participar da inauguração
O governador em exercício, Felício Ramuth, esteve na Estação Manoel Feio para participar da inauguração – Foto: Divulgação

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Na manhã de segunda-feira (1), a estação Engenheiro Manoel Feio da CPTM, em Itaquaquecetuba, foi oficialmente reinaugurada após pouco mais de dois anos de reforma. Este, porém, parece nada perto do tempo que a população itaquaquecetubense esperou por esta que é a primeira readequação estrutural na história da estação.

Com uma demanda de cerca de 8 mil usuários por dia, a estrutura refletia o descaso com que a CPTM e o Governo do Estado trataram as estações localizadas em Itaquá ao longo dos anos, como contou o prefeito Eduardo Boigues (PL), em entrevista à GAZETA: “Itaquaquecetuba tinha sido esquecida. Tanto que no planejamento do Governo do Estado das reformas das estações, foi feita a do Jardim Romano, depois pularam as três de Itaquá, Eng. Manoel Feio, Itaquaquecetuba e Aracaré, e foram para Calmon Viana. Reformaram a de Poá, a de Suzano ficou linda, maravilhosa. Mas como você faz o planejamento de reforma para 10 estações e pula as três de Itaquaquecetuba?! Não deu para entender. Eu não estava à frente da cidade, então, minha obrigação não é olhar para trás, mas sim correr atrás do prejuízo.”

Águas passadas de lado, a obra contou com investimento de R$ 43 milhões e tem como resultado a substituição da antiga passarela entre plataformas, conhecida pela sua corroída estrutura metálica, por uma nova e com cobertura, instalação de elevadores e rampas de acessibilidade, banheiros acessíveis e a construção de um bicicletário.

Importante intermediário entre as demandas do município e o Palácio dos Bandeirantes, o deputado estadual e presidente da Alesp, André do Prado (PL), esteve no evento e falou sobre o processo para que o projeto saísse do papel.

“Quando o secretário de Transportes Metropolitanos era o Alexandre Baldy [entre 2019 e 2021], nós conseguimos que a CPTM fizesse o projeto e depois viabilizássemos recursos para as estações de Itaquaquecetuba. É um trabalho lá de trás, que a gente batalhou para conseguir, uma obra de dois anos, então não é simples, ainda mais para reformar com a estação funcionando, mas a gente conseguiu fazer o trabalho e hoje ela tem toda a estrutura adequada”, relembrou.

No evento o governador em exercício, Felício Ramuth (PSD), representou Tarcísio de Freitas (Republicanos), que estava em viagem internacional, e falou sobre o cronograma dos trabalhos nas estações itaquaquecetubenses, explicando a paralização das obras na Aracaré, além dos planos para iniciar na Itaquaquecetuba.

“Na Aracaré já existia uma empresa contratada, foi feita uma readequação no projeto, para que a gente possa ter todas as garantias de qualidade com a entrega num prazo ainda mais curto. A gente espera que em 18 meses, aproximadamente, a gente possa concluir a Aracaré e avançar com a Itaquá no novo projeto de concessão, mas aí mais a médio prazo, porque ela está inserida na concessão das linhas 11, 12 e 13”, explicou.

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