Com apenas cinco anos de vida pública, o vereador Anderson Chagas Rebelo (PP), o Anderson Cueca, tem se destacado no cenário político de Santa Isabel a ponto de ter seu nome considerado para os cargos de maior importância na cidade. Nesta semana do Dia do Vereador, celebrado na quarta-feira (1), ele recebeu a GAZETA em seu gabinete para falar sobre sua história, as conquistas de seu mandato e suas perspectivas de futuro.
Filho de um mineiro de Itajubá e de uma mãe de Igaratá, além de pai de dois filhos (Vitor, Rodrigues Rebelo, de 9 anos, e Felipe Rodrigues Rebelo, de 6 anos, suas principais inspirações), Anderson Cueca construiu sua trajetória no setor industrial e, mais tarde, no empresarial. E foi justamente nesse ambiente que deu os primeiros passos em ações sociais, patrocinando times de futebol e apoiando famílias em necessidade.
A proximidade com a população abriu caminho para a política. Eleito logo em sua primeira disputa, em 2020, conquistou de imediato uma marca importante: a aprovação da lei que garantiu a participação dos vereadores no orçamento municipal, com emendas impositivas destinadas em grande parte à saúde.
Reconhecido por seu estilo de “vereador de rua”, Anderson Cueca se apresenta como alguém que prefere os bairros ao gabinete. É presença constante em busca de recursos em São Paulo e em Brasília, tendo firmado parcerias com deputados como Marcos Damasio (PL), estadual, e Rodrigo Gambale (PODE) e Antônio Carlos Rodrigues (PL), federais, que já destinaram milhões em investimentos para infraestrutura, saúde e esporte em Santa Isabel.
Reeleito em 2024 com quase o triplo de votos do primeiro mandato, o parlamentar reforça que sua prioridade continua sendo a infraestrutura.
Neste final de ano, sua missão, além do trabalho rotineiro, tem sido a articulação para chegar à Presidência da Câmara, cargo para o qual vem se preparando desde o início.
“Eu tinha esse sonho. E o que eu fiz durante esses quatro anos? Lógico, trabalhando nas atribuições do vereador, e também me preparando na parte interna, ou seja, nas questões administrativas da Casa”, conta.
Sobre um dia se candidatar à prefeitura, o vereador não nega ser um desejo futuro, mas está “com os pés no chão”. “Quem não quer ser prefeito da sua cidade? Mas tudo no seu tempo”, diz.



