terça-feira, 10 mar, 2026

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Cerca de 169 mil estudantes do Alto Tietê retornam às aulas em fevereiro

Segundo Associação Comercial, vendas de materiais escolares devem crescer até 10%; pais apontam aumento nos preços
Tatiana Silva

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Cerca de 169.480 estudantes das modalidades de creche, ensino infantil, fundamental e EJA das redes municipais de Educação do Alto Tietê retornam às aulas em fevereiro. Em Poá, Biritiba Mirim, Mogi das Cruzes e Itaquaquecetuba, as aulas voltam nesta segunda-feira (5). Em Ferraz de Vasconcelos, Suzano e Arujá, o ano letivo inicia na terça (6). Já em Guararema, será a partir do dia 14.

De acordo com a apuração, apenas Suzano informou que o número de alunos que aguardam por vagas tem sido maior do que a capacidade disponível.

“Todos os alunos do Ensino Infantil (de 4 a 5) e do Ensino Fundamental I são atendidos, sem exceção. Em relação às creches (de 0 a 3 anos), atualmente, cerca de 855 crianças estão à espera de vagas, entretanto vale ressaltar que a administração municipal atua para diminuir este número e, somente no ano passado, a Secretaria Municipal de Educação estabeleceu convênios que garantiram a criação de 24 novas turmas e a matrícula de 412 alunos. Para o decorrer do ano, a administração municipal busca diminuir ainda mais esse número com a construção de novas unidades, ampliação da quantidade de salas e chamamentos públicos de entidades para atuação via convênio.”

Material Escolar

Em 2024, a ACMC (Associação Comercial de Mogi das Cruzes) estima uma alta nas vendas de materiais escolares entre 5% e 10% em comparação com o mesmo período de 2023.

De olho nos valores dos materiais, os pais sempre buscam encontrar soluções para economizar, como é o caso da Cintia Yamauchi.

“Eu acho que teve um aumento sim nos valores, mas pelo que eu pesquisei, todas as lojas estão na mesma faixa de preço. Para mim, o lápis de cor foi o que mais aumentou, assim como o caderno e a agenda também”, explicou a dona de casa.

Cintia Yamauchi, dona de casa – Foto: Cecília Siqueira

E não foram só os pais que perceberam esse aumento. Para a estudante Ester Eugênia, 14, a lista de materiais terá que ser reduzida para conseguir economizar. “Eu achei que aumentou muito, principalmente as canetas, as que eu comprava eram muito mais baratas, fora o caderno que também ficou mais caro”, relatou a jovem.

De acordo com os dados do Impostômetro, ferramenta da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), a caneta lidera o ranking dos produtos mais taxados, com 49,95% de seu valor formado apenas por tributos. Em seguida, aparecem a tesoura, as réguas, a agenda escolar, o apontador e a borracha com 43,19% cada.

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