sábado, 21 fev, 2026

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Câmara pode tomar providências contra vereadores festeiros

A Câmara Municipal de Salesópolis deve se posicionar sobre a participação de três vereadores da cidade em uma festa nesse período de crise sanitária, onde o município está sob o decreto de pandemia que proíbe a realização de festas e eventos. Os vereadores que participaram do evento foram Walace Braga Quirino (PSDB), Rebecca Barbosa (PDT) e Lourenço Júnior (PDT).
Da Redação

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A informação partiu da presidente da Câmara

Por Aristides Barros / Foto: Divulgação

A Câmara Municipal de Salesópolis deve se posicionar sobre a participação de três vereadores da cidade em uma festa nesse período de crise sanitária, onde o município está sob o decreto de pandemia que proíbe a realização de festas e eventos. Os vereadores que participaram do evento foram Walace Braga Quirino (PSDB), Rebecca Barbosa (PDT) e Lourenço Júnior (PDT).

A informação partiu da presidente do Legislativo salesopolense, vereadora Bruna Maria Melo Mingatos Lourenço (PL), ao dizer que “vai verificar junto aos setores competentes quais providências foram tomadas acerca do caso”.
Em sua resposta ao jornal, a presidente não citou quais os setores competentes podem tomar providências sobre o caso do vereadores festeiros. Porém, e ao menos no âmbito do legislativo, seriam a Comissão de Ética e Decoro Parlamentar e a Corregedoria da Câmara.

Ocorre que a Comissão de Ética é presidida pelo vereador Walace Quirino e a Corregedora da Câmara é a vereadora Rebecca Barbosa. Os dois participaram da festa. Já o vereador Lourenço Junior é o 1º secretário da Câmara.

Dentro do Poder Legislativo, a situação é de aparente tranquilidade aos vereadores, que são da “Casa de Leis”. Junto ao MP-SP (Ministério Público do Estado de São Paulo), o órgão não viu motivo para levar a investigação adiante. Uma denúncia anônima foi levada ao MP que respondeu: “Embora seja um mau exemplo, mormente porque há indícios de que à festividade compareceram vereadores, sob o ponto de vista do ordenamento jurídico inexiste medida a ser tomada. Não há decreto, em qualquer das esferas de governo, a regulamentar o uso de máscaras em ambientes particulares residenciais”. A denúncia foi arquivada

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