segunda-feira, 9 mar, 2026

- PUBLICIDADE -

Acusado de ligação com o PCC, Latrell Brito é condenado a 26 anos de prisão

Alvo da Operação Munditia, que investigou a atuação da facção em cidades do Alto Tietê, o empresário está preso desde janeiro
Da Redação

Receba as novidades direto no seu smartphone!

Entre no nosso grupo do Whatsapp e fique sempre atualizado.

O empresário Vagner Borges Dias, conhecido como Latrell Brito, foi condenado a 26 anos e 8 meses de prisão, pelo crime de lavagem de dinheiro. A sentença foi proferida nesta segunda-feira (30), pelo juiz Antonio Augusto Mestieri Mancini, da 2ª Vara Criminal de Mogi das Cruzes.

Latrell está preso desde janeiro deste ano, quando foi encontrado na Bahia. Ele estava foragido após ser alvo da Operação Munditia, deflagrada pelo GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do Ministério Público, para investigar a ligação do PCC com poderes públicos em diversas cidades do estado, inclusive no Alto Tietê.

ENTENDA: Ministério Público revela influência do PCC nas entranhas do Alto Tietê

Na Operação, chegaram a ser presos dois vereadores da região, Luiz Carlos Alves Dias, o Luizão Arquiteto, de Santa Isabel, e Flavio Batista de Souza, o Inha, de Ferraz de Vasconcelos.

À época, a investigação descobriu um esquema de pagamento de propinas para favorecimento em processos licitatórios com órgãos públicos dos municípios, para que empresas “laranjas” pudessem lavar dinheiro da facção criminosa. Latrell é apontado como um dos “cabeças” do esquema.

Em abril de 2024, quando a Operação Munditia foi às ruas cumprir os mandados de busca e apreensão, a casa de Latrell foi um dos alvos. Segundo consta, foram encontradas três pistolas, além de 89 munições calibre .380, 50 munições calibre .40 e mais 30 munições 9mm.

Compartilhar este artigo
Deixar uma avaliação

Deixar uma avaliação

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

- publicidade -

- PUBLICIDADE -