domingo, 22 fev, 2026

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‘Se não der pra ser amor, que seja, pelo menos, respeito’, é a mensagem do ITDM

O título dessa matéria é o lema do ITDM (Instituto de Tecnologia e Desenvolvimento da Medicina), que organizou ontem (19) um evento em celebração ao Dia da Consciência Negra no Hospital Municipal Dalila Ferreira Barbosa, em Arujá. A organização social é gestora do hospital e, com frequência, faz questão de exaltar datas importantes e debater assuntos relevantes à sociedade, como o racismo ou preconceito racial, que, no caso, foi a pauta dessa semana.
Da Redação

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Funcionários do Hospital Municipal de Arujá exaltam o Dia da Consciência Negra

Por Will Siqueira / Foto: Bruno Arib

O título dessa matéria é o lema do ITDM (Instituto de Tecnologia e Desenvolvimento da Medicina), que organizou ontem (19) um evento em celebração ao Dia da Consciência Negra no Hospital Municipal Dalila Ferreira Barbosa, em Arujá. A organização social é gestora do hospital e, com frequência, faz questão de exaltar datas importantes e debater assuntos relevantes à sociedade, como o racismo ou preconceito racial, que, no caso, foi a pauta dessa semana.

“O preconceito é algo tão arcaico, mas está tão presente. Queremos passar às outras pessoas que a maldade não tem cor. Somos iguais a todos, temos direito a estudo, a trabalho digno. É para dizer, sem briga, que estamos conseguindo o nosso espaço e estamos felizes por isso”, destacou Roberta Valentim, coordenadora de Humanização do ITDM e idealizadora do evento.

Os organizadores da palestra

Simone Castro, Ione Erculiani e Carlos Lima, colaboradores do ITDM, deram uma palestra intitulada “Consciência Negra”. “Estamos trabalhando de forma a abranger toda a comunidade e as pessoas que estão ao nosso redor para tentar fazer com que elas se conscientizem com relação a como combater o racismo e o preconceito”, comentou Lima.

Houve uma dança afro, poesia e vozes do Coral “Canto da Cegonha”, formado por colaboradores do Hospital Municipal Dalila Ferreira Barbosa.

Os colaboradores também ressaltaram que o racismo dentro de empresas ou em qualquer ambiente de trabalho é tão humilhante quanto o racismo nas ruas; os dois classificados respectivamente como racismo corporativo e racismo individual. Sobre a mulher negra e o racismo, Ione Erculiani pontuou que “muitas mulheres ainda são discriminadas.”

A primeira-dama de Arujá, Clau Camargo

Já a primeira-dama de Arujá, Clau Camargo, que esteve no hospital, disse que “somos todos iguais, não temos que diferenciar as pessoas por raça, cor, sexo, nenhum tipo de racismo.” “É importante esse movimento para incentivar as pessoas para que negros, brancos, todas as pessoas tenham o mesmo tratamento, para que esse tipo de coisa não aconteça.”

“Exaltar o Dia da Consciência Negra no ambiente hospitalar significa levar a importante mensagem de que todos somos iguais. E o ITDM está sempre muito atento a isso e às ações que proporcionem um ambiente de igualdade, respeito e sem preconceito entre as pessoas”, ressaltou Uilson Santos Araújo, presidente do ITDM.

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