segunda-feira, 9 mar, 2026

- PUBLICIDADE -

Salesópolis terá regularização fundiária

Da Redação

Receba as novidades direto no seu smartphone!

Entre no nosso grupo do Whatsapp e fique sempre atualizado.

Prefeito oficializou em cartório o processo para regularizar terrenos no Odete, Tote e Kodel

Por Will Siqueira / Foto: Divulgação/PMS

O prefeito de Salesópolis, Vanderlon Oliveira Gomes (PL), foi até o Cartório de Registro de Santa Branca, na terça-feira (22), aonde protocolou os três primeiros kits de regularização fundiária para os Loteamentos Odete, Tote e Kodel. Vanderlon esteve acompanhado pelo Secretário de Desenvolvimento e Meio Ambiente de Salesópolis, Douglas Batista, da Diretora de Regularização Fundiária, Dra. Natasha, do Diretor de Planejamento, engenheiro Octávio, e de João, do Consórcio Vida Melhor.

 

“É com muita satisfação que protocolamos os três primeiros kits de regularização. É um prazer trazer essa regularização, que vai trazer muitos frutos”, disse Douglas Batista.

 

Segundo o próprio prefeito, foi um dia histórico porque, com essa ação, houve um avanço muito grande acerca da regularização fundiária de Salesópolis.

 

“São 77 lotes, nessa primeira fase, que nós estamos entregando aqui no Cartório de Registro. Se Deus quiser, em breve, entregaremos essa documentação para os moradores”, ressaltou Vanderlon.

 

O prefeito fez questão de lembrar da força que tem recebido de outros agentes políticos com relação às obras que sua gestão está executando em Salesópolis.

 

“Agradeço ao Estado, ao Eric, do Cidade Legal, aos deputados André do Prado e Marcio Alvino – ambos do PL -, ao governador João Doria (PSDB) e ao vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB) pelo apoio que têm dado à nossa cidade.”

 

Se depender de Vanderlon e de sua equipe, ao menos dez loteamentos deverão ter a documentação em dia até o fim de 2024. Desde seu primeiro mandato como prefeito, ele vem garantindo avanço no setor.

A prefeitura decidiu acelerar os processos de regularização fundiária devido a inúmeras ameaças judiciais de demolição de imóveis construídos em áreas de preservação ambiental.

De acordo com Vanderlon, o município tem aproximadamente 60 áreas irregulares. E somente nas que a prefeitura iniciou os trâmites para regularizar, existem cerca de 350 famílias.

Sindicato reivindica 10% de reajuste para os trabalhadores de transporte escolar

O presidente do Sintteasp (Sindicato dos Trabalhadores de Transporte Escolar do Município de São Paulo e Região), Alexandre Almeida, revelou que desde o início de março está debatendo o reajuste salarial dos trabalhadores do transporte escolar, que, de acordo com ele, estão há dois anos sem ter aumento.

O sindicato deve levar à categoria uma proposta de reajuste da ordem de 10%.

 

“As perdas salariais são enormes devido à inflação, e a pandemia prejudicou ainda mais a categoria, que foi duramente afetada porque as escolas pararam de funcionar.”

 

A entidade conta com aproximadamente 20 mil trabalhadores. “Tudo ficou muito difícil e a gente tem uma estimativa que 85% desse universo de trabalhadores foram demitidos”, afirmou o sindicalista. A atuação do sindicato abrange a cidade de São Paulo, mais as regiões do Alto Tietê e Vale do Paraíba, e também as cidades do Litoral Norte e Sul de São Paulo.

Segundo ele, a média salarial de um trabalhador do transporte escolar em São Paulo e na região do Alto Tietê é de R$ 1.700,00, já no Vale do Paraíba e Litoral, os ganhos são de R$ 2.200,00. 

Com a retomada das aulas, em fevereiro deste ano, o sindicato foi para as portas das empresas conversar com o pouco da categoria que não foi “expurgada” do mercado de trabalho. “A gente sabe que um número de trabalhadores foi reaproveitado nessa retomada das atividades escolares, mas a grande maioria ainda amarga o desemprego.”

 

“No início do mês fizemos uma assembleia em Caçapava, e agora vamos fazer uma em Itaquaquecetuba para conversar com os trabalhadores”, disse. Almeida acrescentou que, no retorno das aulas, muitas empresas do transporte escolar já começaram a movimentar seus contratos com o Estado e as prefeituras. “Mas, os empresários ainda estão receosos e isso prejudica a nossa categoria, que precisa voltar ao mercado de trabalho. Têm muitos pais e mães de famílias desempregados”, concluiu.

 
Compartilhar este artigo
Deixar uma avaliação

Deixar uma avaliação

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

- publicidade -

- PUBLICIDADE -