O fracasso do Brasil em números: 400 mil mortes

Na quinta-feira, 29, o Brasil totalizou 400 mil mortos pela Covid-19. Funestos parabéns ao capitão e presidente Jair Bolsonaro e aos ministros provisórios da Saúde: Mandetta, Teich, general Pazuello, Quiroga, e talvez outros que poderão ascender ao cargo que “apagou” 400 mil vidas, em pouco mais de um ano.

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Da Redação / Arte: André Jesus

Na quinta-feira, 29, o Brasil totalizou 400 mil mortos pela Covid-19. Funestos parabéns ao capitão e presidente Jair Bolsonaro e aos ministros provisórios da Saúde: Mandetta, Teich, general Pazuello, Quiroga, e talvez outros que poderão ascender ao cargo que “apagou” 400 mil vidas, em pouco mais de um ano.

A CPI da Covid formada a pouco não vai precisar tatear para chegar aos motivos do tamanho descomunal do morticínio que poderia ser menos numeroso se o país, logo no início da crise sanitária, tivesse se armado de todos os lados e escutado na ciência para enfrentar a doença que, alastrada, virou pandemia. Faltou um presidente.

E as pessoas foram morrendo uma a uma até chegar a 400 mil, o número de vidas perdidas. E cada uma delas faz falta enorme para as suas famílias. É um luto coletivo de 400 mil famílias que foram devastadas.

O cidadão errado no lugar certo é um negacionista nato. Negou a doença, a pandemia, a vacina e agora nega que negou tudo isso. É um negacionista altamente negativo. É atribuída a ele a frase de pré-sentença de morte em massa no país. ‘No Brasil deveria acontecer uma guerra civil com a morte de pelo menos umas 30 mil pessoas’.

Não teve guerra civil e 400 mil brasileiros foram mortos pela Covid-19. O enunciado no discurso bélico aconteceu. A vontade do Messias – registrado em Cartório – foi feita.

Deus tenha piedade das pessoas envolvidas nessas mortes e misericórdia das que se arrependeram do que fizeram, porque carregar o holocausto na consciência é fardo muito pesado para quem tem uma.

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