sábado, 21 fev, 2026

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Mogi recebe duas novas unidades de Assistência Social

“Nós aumentamos em 10x o orçamento da Assistência Social”, diz prefeito Caio Cunha
Tatiana Silva

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O secretário Estadual de Desenvolvimento Social, Gilberto Nascimento, esteve em Mogi das Cruzes, na manhã desta segunda-feira (25), para inaugurar duas unidades de Assistência Social para a cidade. 

Uma delas foi a entrega da Residência Inclusiva, um serviço de proteção social especial de alta complexidade voltado para o público com deficiências leves ou moderadas, como por exemplo, síndrome de Down, deficiência intelectual e cognitiva. 

O local possui 10 vagas, para jovens e idosos de 18 à 59 anos. Segundo o secretário, no Estado há mais de 1.180 vagas para atender essas pessoas e 152 casas como essa. O equipamento irá atender as cidades de Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Mogi das Cruzes, Poá e Santa Isabel. Os encaminhamentos para ser contemplado são feitos via CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social).

“Este equipamento terá o tempo de permanência máximo de até os 59 anos com todo o cuidado necessário, e depois a pessoa será encaminhada para um lar de idosos”, explicou o secretário.

A Secretaria de Desenvolvimento Social, através do FEAS (Fundo Estadual de Assistência Social), repassou um total de R$ 497 mil para a Residência Inclusiva. A contrapartida dos municípios foi de R$ 351 mil, totalizando R$ 848 mil, valor que servirá para a manutenção da casa ao longo do ano. A entrega foi realizada em parceria com o Condemat (Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê).

CASA ABRIGO 

Outro importante equipamento entregue foi o Serviço de Acolhimento Institucional para Mulheres Vítimas de Violência na região do Alto Tietê. O endereço da sede não será divulgado para garantir a segurança das mulheres. O abrigo tem capacidade para atender até 20 pessoas.

O serviço é destinado a acolher mulheres e seus filhos menores sob ameaça ou risco à sua integridade física em razão de violência doméstica e familiar, causadora de lesão, sofrimento físico, sexual, psicológico ou dano moral.

Além do município mogiano, o serviço prestará atendimento às cidades de Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, Poá e Guararema. Neste equipamento foram investidos R$ 548 mil por parte do Governo do Estado através do FEAS, e R$ 414 mil na contrapartida dos municípios.

De acordo com o prefeito, Caio Cunha (PODE), que esteve presente no evento, essas entregas demonstram que Mogi está no caminho certo.

“Nunca houve tanto investimento por parte do poder público municipal como está tendo hoje. Nós aumentamos em 10x o orçamento da Assistência Social, e temos ampliado diversos programas. A segunda vinda do secretário aqui, chancela que Mogi tem feito o seu papel”, disse o prefeito.

Nesses abrigos, as mulheres podem permanecer por até seis meses. Além de moradia, recebem alimentação, são encaminhadas para tratamento de saúde e recebem orientação para a conquista de um trabalho e renda, de modo que possam reorganizar-se profissional e financeiramente para não ter que retornar ao convívio com o agressor.

Para a delegada, Silmara Marcelino, a criação da Casa Abrigo é um passo muito importante. 

“A vítima faz um boletim de ocorrência, e a pergunta que fica é se ela vai estar realmente segura. Então ter um lugar para que essa mulher se sinta realmente segura, e tenha todo apoio é muito importante”, explicou Silmara.

Atualmente, o Governo de São Paulo disponibiliza cerca de 1.200 vagas para mulheres vítimas de violência, em 60 abrigos que estão em funcionamento no estado.

Denúncias podem ser feitas em delegacias e pelo Disque 100.

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