terça-feira, 27 jan, 2026

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Mogi das Cruzes quita dívidas e inicia 2026 com R$ 60 milhões em caixa

De acordo com a prefeita, a atual gestão assumiu a prefeitura com um passivo de aproximadamente R$ 270 milhões em débitos
Eduarda Martins

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A prefeita de Mogi das Cruzes, Mara Bertaiolli (PL), anunciou que o município iniciou o ano de 2026 com as contas equilibradas e sem dívidas pendentes. A declaração foi feita durante coletiva de imprensa realizada no distrito de Jundiapeba, onde a chefe do Executivo detalhou a saúde financeira da administração municipal.

De acordo com a prefeita, a atual gestão assumiu a prefeitura com um passivo de aproximadamente R$ 270 milhões em débitos. Após um ano de reestruturação administrativa, o município encerrou o exercício de 2025 com todas as pendências quitadas e um saldo positivo de cerca de R$ 60 milhões em caixa.

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Reorganização e planejamento

O equilíbrio fiscal é apontado como resultado de um processo rigoroso de auditoria e organização interna iniciado no primeiro semestre do ano passado. Mara Bertaiolli ressaltou que a equipe de governo dedicou os primeiros seis meses de gestão ao levantamento de documentos e à identificação da real situação de projetos que estavam paralisados.

“Isso é fruto de um trabalho sério. Foram quase seis meses organizando a casa e enfrentando muitas dificuldades para entender o cenário que encontramos. Agora, com a casa em ordem, podemos avançar com segurança”, destacou a prefeita.

Retomada de investimentos em 2026

Com as finanças saneadas, o foco do governo municipal para este ano será a retomada efetiva de obras estruturantes e a conclusão de projetos que aguardavam recursos. A prefeita enfatizou que o planejamento das secretarias está pronto para ser executado no decorrer dos próximos meses.

A meta da administração é garantir que os investimentos cheguem diretamente aos bairros, priorizando áreas como saneamento básico, saúde e pavimentação.

“Nada mais justo do que aquilo que estava parado começar a funcionar. Este é o ano de colocar o pé no barro e fazer as obras voltarem a andar”, concluiu Mara Bertaiolli.

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