terça-feira, 10 mar, 2026

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Mais um Natal chega e segue a pergunta: onde está Jonatha? Sua mãe ainda chora

Desaparecido desde março de 2022, homem foi avistado em Mogi, mas não encontrado; mesmo sofrendo, família segue esperançosa
Guilherme Alferes

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Há um ano e oito meses uma família de Mogi das Cruzes sofre ininterruptamente pelo desaparecimento de Jonatha Campos Moreira, em 29 de março de 2022, principalmente pela forma misteriosa como ele ocorreu. Apesar da falta de definição e a dor extrema que ela traz, sua mãe, Maria Aparecida, não deixa de nutrir em si a esperança de ter o filho de volta.

O caso conta com ampla cobertura midiática, inclusive por parte de GAZETA, o que contribui para que toda a região se mobilize para ajudar de alguma forma. Foi o que ocorreu em abril deste ano, quando um comerciante do centro de Mogi contatou dona Maria dizendo que havia avistado Jonatha em frente a seu estabelecimento catando materiais recicláveis.

O reencontro não foi possível porque a senhora não pôde atender à ligação por estar cuidando de seu marido, pai de Jonatha, que estava doente à época. 

As imagens das câmeras de segurança do local, porém, são mais que suficientes para manter acesa a chama inapagável no coração de uma mãe. “Eu sou mãe e coração de mãe não mente. É meu filho”, emocionou-se.

Como se a dor da incerteza de uma mãe não bastasse, seu coração teve de ser dividido também com o luto de esposa, depois de, em abril deste ano, seu marido ter falecido por cirrose e depressão profunda. Para ela, o desgosto pela falta de Jonatha foi fator preponderante para a piora de sua saúde.

Pelo acontecido, ela reforça o apelo ao filho: “Se você tiver com a consciência limpa, Jonatha, saiba que seu pai nos deixou. Por isso eu peço para que você volte, para a mãe cuidar de você e você cuidar da mãe. Se você não voltar logo, eu não sei se eu vou aguentar.”

Para dona Maria, seu filho não sumiu por conta própria. Sua teoria é de que os principais responsáveis pelo desaparecimento respondem pelos nomes de Tabata e Kelvin, um casal ao qual ela atribui atividades criminosas e que teriam sido os últimos a ver Jonatha. Estas afirmações não foram comprovadas pelas investigações até o momento e, portanto, não passam de teorias.

A GAZETA procurou fontes policiais do SHPP (Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa) de Mogi das Cruzes, mas não obteve respostas.

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