Lapiendrius é adepta das práticas ESG

Estabelecida em Itaquá há 22 anos, empresa vai além das práticas tradicionais de mercado para se manter atualizada no mercado
A organização da empresa pode ser verificada desde a sua estrutura física
A organização da empresa pode ser verificada desde a sua estrutura física - Foto: Cecília Siqueira

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Em constante evolução, a Lapiendrius Flavors, fornecedora de fragrâncias e aromas, implantou o conceito de ESG (Environmental, Social and Governance) na empresa, a fim de tornar o mundo mais inclusivo, ético e ambientalmente sustentável, e que garanta a qualidade de vida para todos.

Este conceito nada mais é do que um conjunto de boas práticas que demonstra o quanto uma empresa está socialmente e ambientalmente consciente em sua gestão: é o que explica Carlos Andrade Lapique, gerente de projetos da Lapiendrius.

“Essas são práticas que hoje se conversa muito para a empresa ser mais confiável, de que você não tem práticas ilegais e possui uma estrutura que seja confiável na sua organização. Então, a comunidade social, ela tem ficado muito em alta, principalmente dentro de indústrias de capital aberto. Hoje, quando a gente vai procurar um produto, a gente procura saber se a empresa é boa ou não, e o que identifica ela como boa. E o mercado vem procurando e exigindo muito de todas as empresas”, explicou.

Ainda segundo ele, este é um conjunto de práticas direcionado por algumas diretrizes que foram baseadas em reuniões da ONU e com outras entidades governamentais.

A Lapiendrius existe há 37 anos e está localizada na cidade de Itaquaquecetuba há pelo menos 22 anos. De acordo com o gerente de projetos, a execução dessas práticas teve início há quatro anos com a redução do uso de água potável das empresas de abastecimento, troca de todo o sistema de iluminação por LED, e futuramente a empresa estuda substituir o sistema de energia por um de fontes renováveis como painel solar e energia eólica.

“Eu acredito que a gente tem uma grande quantidade de investimento. Uma grande quantidade de práticas. Mas eu acho que ainda existem muitas possibilidades. Nós temos também a preocupação com o direcionamento correto do material reciclado. Para poder direcionar para onde esse material irá”, disse Carlos Lapique.

O ESG vai além da parte ambiental, como por exemplo, ajudar a comunidade que está em volta da empresa. Como foi feito através de doações durante a pandemia pela Lapiendrius.

“Não sei se existem outras empresas aqui na região que também abraçaram essa causa. Às vezes pode ser que as empresas tenham abraçado, mas elas não entenderam que estão dentro dessa agenda ESG”, finalizou o gerente de projetos.

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