Hospital de Campanha de Itaquá deve começar a funcionar no dia 17 de abril

O Ginásio Municipal de Esportes 'Sumiyoshi Nakaharada', na Vila Japão, ganhará uma nova funcionalidade nos próximos dias: a Prefeitura de Itaquaquecetuba está usando o espaço para estruturar um hospital de campanha que terá 60 leitos, sendo 20 de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), 20 de estabilização e 20 de enfermaria para atender pacientes infectados com a Covid-19.

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A unidade contará com 60 leitos e está sendo montada no Ginásio Municipal de Esportes ‘Sumiyoshi Nakaharada’

Da Redação / Foto: Divulgação

O Ginásio Municipal de Esportes ‘Sumiyoshi Nakaharada’, na Vila Japão, ganhará uma nova funcionalidade nos próximos dias: a Prefeitura de Itaquaquecetuba está usando o espaço para estruturar um hospital de campanha que terá 60 leitos, sendo 20 de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), 20 de estabilização e 20 de enfermaria para atender pacientes infectados com a Covid-19.

A previsão para inauguração é no dia 17 de abril e começará operando com 50% da capacidade, ou seja, 30 leitos, sendo 10 de cada modalidade. A estrutura começou a ser montada na última quinta-feira (1). 

“Trouxemos o hospital de campanha para o ginásio para ter um gasto menor porque já temos a infraestrutura pronta. Ano passado, veio para o ex-prefeito R$ 41 milhões do Governo do Estado e até hoje a gente não sabe onde foi parar esse dinheiro porque não está nos cofres públicos. Estamos informando a Câmara Municipal para que abram uma comissão processante para apurar os gastos da prefeitura no ano passado”, contou o prefeito Eduardo Boigues.  

Para viabilizar a abertura, o Governo do Estado entrou com um aporte de R$ 4,2 milhões e a prefeitura com R$ 1,5 milhão. O local, que tem 540 m², contará com farmácia, laboratório, dois ambulatórios médicos, sala de raio-x, aparelho de diálise, tomógrafo, sala de https://portalgazetaregional.com.br/wp-content/uploads/2023/06/ed440.pngistração, lavanderia, local de descanso para os profissionais, banheiros e chuveiros.

“Em menos de três meses, em plena pandemia, o resultado dessa gestão é visível. Abrimos a Central de Atendimento Covid-19, com 17 leitos, e conseguimos mais leitos para o Hospital Santa Marcelina com o Governo do Estado. Aqui no município, não entramos em colapso graças a esse trabalho conjunto entre secretário, prefeito, vereadores e a própria população”, acrescentou o secretário de Saúde, Edson Rodrigues.

O funcionamento será 24h, mas não atenderá de portas abertas ao público. Os pacientes devem continuar procurando as três unidades que atendem infectados na cidade: UPA (Unidade de Pronto Atendimento) 24h, o CS (Centro de Saúde) 24h e a Central de Atendimento Covid-19, inaugurada por essa gestão no dia 25 de fevereiro. Além disso, o hospital não se limitará a atender apenas moradores de Itaquaquecetuba, e sim toda a região do Alto Tietê.

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