segunda-feira, 9 mar, 2026

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Fábrica de gelo saborizado é interditada em Mogi; 400 kg de produtos são descartados

Durante a vistoria, as equipes constataram que os produtos não apresentavam as informações obrigatórias de qualidade e segurança, como data de validade, número de lote e identificação do fabricante, em desacordo com as normas sanitárias
Da Redação

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A Vigilância Sanitária de Mogi das Cruzes, em parceria com o Departamento de Fiscalização de Posturas, interditou nesta segunda-feira (13) uma fábrica de gelo saborizado no bairro do Oropó. A ação resultou no descarte de 429 quilos de gelo saborizado e 72 quilos de polpas de frutas congeladas, ambos produzidos sem autorização e sem registro junto aos órgãos sanitários competentes.

Durante a vistoria, as equipes constataram que os produtos não apresentavam informações obrigatórias de qualidade e segurança, como data de validade, número de lote e identificação do fabricante, em desacordo com as normas sanitárias. Além disso, a fabricação de gelo saborizado não é uma categoria permitida pela legislação vigente.

A empresa foi autuada por funcionamento irregular e fabricação de produtos fora dos padrões exigidos, tendo suas atividades imediatamente paralisadas. Para retomar o funcionamento, o responsável deverá adequar o estabelecimento às normas legais e regularizar a atividade exercida.

A chefe da Vigilância Sanitária Municipal, Débora Iolanda Cardoso dos Santos, destacou a importância da operação para proteger a saúde da população. “Nosso papel é prevenir riscos e assegurar que o consumidor tenha acesso a alimentos e bebidas de qualidade”, afirmou.

A ação faz parte de uma série de fiscalizações em adegas e estabelecimentos de bebidas, intensificadas nas últimas semanas devido aos casos de intoxicação por metanol registrados na capital e em outras regiões do Estado. Foi nesse contexto que a produção irregular foi identificada e as medidas cabíveis, adotadas.

“Estamos realizando um trabalho intenso de fiscalização em toda a cidade para coibir o funcionamento irregular e a venda de produtos impróprios, porque isso também é uma questão de segurança pública. Nossa prioridade é proteger vidas e garantir o cumprimento da lei”, ressaltou o secretário municipal de Segurança, Gilberto Ito.

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