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Estuprador que matou adolescente logo após o crime sexual, em Mogi, pega 33 anos de cana

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Embora tenha sido condenado nessa última sexta-feira, ele praticou o crime em 2010, quando usufruía do benefício de saída temporária da cadeia

Da Redação / Foto: Divulgação

Denunciado pelo MP-SP (Ministério Público de São Paulo) em 2019 e submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri em Mogi das Cruzes nesta sexta-feira (27), Claudionor dos Santos foi condenado às penas de 21 anos por crime de homicídio qualificado e de mais 12 anos por estupro contra menor de 18 anos.

Em 2010, o réu violentou e matou uma adolescente de 14 anos que estava a caminho da escola. Durante as investigações, amostras de DNA foram coletadas no corpo e das roupas da vítima, levando à conclusão de que o autor era do sexo masculino. Na ocasião, não foram colhidos indícios de autoria dos crimes, o que levou ao arquivamento do inquérito policial.

Santos, que já possuía condenações definitivas por crimes de atentado violento ao pudor (anterior) e estupro e roubo (posteriores), teve seu material genético coletado no sistema prisional e inserido no banco de dados. Em 2019, constatou-se a coincidência entre o perfil genético do réu e as amostras, informação levada ao MPSP pelo Instituto de Criminalística.

À época dos crimes praticados contra a adolescente, Santos usufruía do benefício da saída temporária.

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