Electra faz a diferença na limpeza de Arujá

“Eu só tenho a agradecer pelo trabalho da Electra. As lixeiras estão sempre vazias porque os coletores não deixam o lixo para trás, recolhem direitinho, são caprichosos, educados. Depois que essa empresa entrou, não tenho do que reclamar.” A frase, que é de uma moradora do Parque Rodrigo Barreto e cujo depoimento a GAZETA teve acesso, é compartilhada por moradores de todos os cantos de Arujá. Em menos de um ano de serviços – assumiu em junho de 2020 -, a empresa coletora de lixo vem garantindo o bem-estar da população.

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Na cidade desde junho de 2020, a empresa recolhe 2,2 toneladas de resíduos por mês

Por Lailson Nascimento / Foto: Divulgação

“Eu só tenho a agradecer pelo trabalho da Electra. As lixeiras estão sempre vazias porque os coletores não deixam o lixo para trás, recolhem direitinho, são caprichosos, educados. Depois que essa empresa entrou, não tenho do que reclamar.” A frase, que é de uma moradora do Parque Rodrigo Barreto e cujo depoimento a GAZETA teve acesso, é compartilhada por moradores de todos os cantos de Arujá. Em menos de um ano de serviços – assumiu em junho de 2020 -, a empresa coletora de lixo vem garantindo o bem-estar da população.

Para Luis Roberto, do Jardim Fazenda Rincão, “a coleta está ótima, não tem do que reclamar.” “Para a gente é bom, é muito satisfatório. Não tenho nenhuma reclamação”, reforçou Damares. Fabiano, que também é morador do Barreto, concorda.

“O serviço está muito bom. Há uns meses estávamos esquecidos, ninguém estava limpando as ruas. Uma verdadeira desordem. Hoje o caminhão de lixo passa três vezes por semana aqui na rua. A gente só tem a agradecer à Electra pelo excelente trabalho de limpeza.”

O conjunto de elogios só é possível graças ao esforço diário de uma equipe composta por 87 trabalhadores. Divididos entre coleta de lixo comum, coleta seletiva, varrição de ruas e feiras, pintura de ruas e retirada de entulhos, eles refletem, nos bairros, a filosofia da empresa: “O resultado do trabalho só aparece quando é feito em equipe”, resume o gerente operacional de resíduos, Francisco Hélio Reis Soares.

Consultado pela reportagem, o gerente explicou que foi preciso implementar o rigoroso controle de qualidade já praticado pela empresa em outros municípios para se alcançar a mudança no sistema de coleta que era desejado pela população arujaense.

“Quando chegamos ao município, tratamos de demonstrar a qualidade na prática. Para que as pessoas não encontrem nem uma sacola sequer para trás, são necessárias reuniões diárias, treinamentos e fiscalização rígida. Afinal, são 2,2 toneladas de lixo por mês, ou seja, uma responsabilidade enorme”, apontou.

A GAZETA também procurou a Prefeitura de Arujá, que atestou a qualidade do serviço.

“Consideramos o serviço bom, temos apenas algumas reclamações pontuais de alguns munícipes. A fiscalização é feita pelo acompanhamento dos serviços contratados, com relatório de serviços enviado pela empresa e com fiscalização de rotina ou sob denúncia ou reclamação dos munícipes”, ratificou.

Sobre as reclamações pontuais, Hélio concluiu: “Todos os apontamentos recebidos, inclusive quando vêm diretamente da população, nós procuramos corrigir imediatamente. Esse é o nosso papel”, concluiu.

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