sábado, 21 fev, 2026

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Durante onda de horror, prefeituras redobram atenção à segurança das escolas

Confira as medidas tomadas pela prefeitura da região para evitar atentados contra crianças e adolescente nas escolas
Guilherme Alferes

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Desde o último dia 5, quando um homem invadiu uma creche em Blumenau, Santa Catarina, e vitimou quatro crianças com golpes de machadinha, explodiu no país o número de ameaças a escolas, tornando este um dos assuntos mais debatidos pelos brasileiros. Mais até do que a quantidade de ameaças, cresceu vertiginosamente a tensão de alunos, pais e professores com a possibilidade de um ataque, o que tem obrigado as autoridades de todas as esferas a tomar atitudes afim de aumentar a sensação de segurança na população.

 

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Confira, portanto, as ações pensadas pelas prefeituras do Alto Tietê acerca do tema:

 

ARUJÁ

– Convocou 25 novos agentes do último concurso para reforçar o patrulhamento da GCM nas unidades escolares;

– Botão de pânico;

– Estão sendo instaladas câmeras de vigilância compartilhadas entre forças de segurança;

– Normatizará a conduta dos gestores no que diz respeito ao fechamento dos portões, além da identificação pessoal de todos que entram ou saem do ambiente escolar;

– Palestras sobre combate às drogas e ao bullying, necessidade de reforçar a autoestima dos alunos e o amor ao próximo, como lidar com as chamadas “fake news” e propagação da cultura de paz nas escolas, por meio do “Projeto Guard”.

 

FERRAZ DE VASCONCELOS

– Serão instaladas câmeras, alarmes e botão de pânico em todas as unidades escolares;

– Reforço na iluminação e vigilância no entorno das escolas;

– Mais rigidez na identificação das pessoas que visitam as unidades escolares;

– Campanhas de orientação e informação com pais e alunos;

– Rondas escolares serão ampliadas em conjunto com a PM.

 

GUARAREMA

– Está em desenvolvimento um projeto que envolve câmeras de monitoramento e reconhecimento facial nas escolas;

– Vigilância do entorno das unidades de ensino;

– Implantação de botão do pânico

 

ITAQUAQUECETUBA

– Instalação de portas com detector de metais nas escolas estaduais;

– Mais policiamento para as rondas escolares;

– Fortalecimento de programas como o Proerd;

– Foi montado um grupo através de aplicativo a fim de melhorar a comunicação entre os diretores, professores e forças de segurança;

– Orientou as unidades escolares a realizarem atividades de combate ao bullying e campanhas voltadas para temas contra o racismo, intolerância religiosa e respeito às diferenças de gênero.

 

MOGI DAS CRUZES

– Está desenvolvendo licitação para implementar um sistema de monitoramento de redes sociais;

– Fará a contratação de sistema de monitoramento inteligente, cercas elétricas, agentes de monitoramento 24 horas e botão de pânico para todas as escolas municipais;

– Políticas “anti-bullying”, apoio emocional a pessoas afetadas e estimular o envolvimento dos pais;

– Designação de um coordenador de emergências;

– Criação de equipe de resposta rápida;

– Identificação de rotas de fuga;

– Treinamentos com alunos e funcionários;

– Comunicação contínua entre órgãos de segurança e as escolas;

– Preparação de profissionais para casos de primeiros socorros e respostas a ocorrências.

 

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POÁ

– Escolas já contam com sistema de monitoramento por imagens e botão do pânico;

– Reforço nas rondas de patrulhamento nas imediações das escolas feitas pela GCM;

 

SALESÓPOLIS

– Reforço das orientações para que os portões fiquem fechados;

– Proibição de entrada de pessoas estranhas;

– Aproximação com a vizinhança;

– Instalação de alarmes em andamento;

– Colocação de concertinas em andamento;

 

SANTA ISABEL

– Atualmente, policiais fora da jornada normal de trabalho tem trabalhado no policiamento escolar;

–  Policiais foram designados para manter contato direto com a secretaria de Educação, a Dirigência Regional de Ensino, e com os diretores das escolas;

– Educadores foram orientados a aderir um aplicativo da PM que permite o registro de ocorrências escolares de forma mais rápida;

 

SUZANO

– Foi providenciada a mudança da estrutura física das secretarias com atendimento ao público voltado ao lado externo, impedindo o acesso ao interior;

– Implantar o projeto ‘Prevenir a Violência Escolar’, pelo qual os educadores acompanham a trajetória da criança, desde a creche até o último ano do ensino fundamental I;

– Operação “Escola Segura”, envolvendo todos os grupamentos, a fim de intensificar as rondas de patrulhamentos no entorno das escolas públicas municipais e também dentro, com mais de uma visita diária;

– Convocar mais 40 candidatos aprovados no concurso da GCM, a fim de aumentar o efetivo com agentes preparados e intensificar o patrulhamento nas escolas;

– Desde 2019, foram disponibilizados em todas as unidades municipais agentes de segurança escolar, sistema de alarme, botão de pânico e câmeras de monitoramento, totalizando mais de mil equipamentos conectados à CSI (Central de Segurança Integrada);

 

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A GAZETA questionou a prefeitura de Biritiba Mirim sobre o assunto, mas, até o fechamento desta matéria, não obteve resposta.

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