quarta-feira, 11 mar, 2026

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Corredor Nordeste chega a 73% de execução e deve aliviar trânsito de Mogi

Com investimento de R$ 121,5 milhões, obra inclui 1,8 km de ciclovias e deve aliviar fluxo na Avenida Ricieri José Marcatto
Eduarda Martins

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As obras do Corredor Nordeste, no distrito de César de Souza, em Mogi das Cruzes, seguem avançando e já chegaram a 73% de execução. O prefeito em exercício, Téo Cusatis (PL), vistoriou o trecho na quarta-feira (5) junto da equipe técnica e secretários municipais, incluindo o titular de Obras, Nilmar de Cássia Ferreira.

O novo corredor viário terá 2,4 quilômetros de extensão e vai ligar a Avenida Francisco Rodrigues Filho até a Avenida Dante Jordão Stoppa, funcionando como alternativa à Avenida Ricieri José Marcatto, hoje saturada, e oferecendo um novo caminho para quem segue para o Mogilar, para o Centro ou para fora da cidade de Mogi.

“Esta é a primeira parte de uma série de ações que irão beneficiar a Região Leste. Em janeiro, a obra estava com 23% executada e com problemas de pagamento. Sanamos as pendências e avançamos 50% em dez meses”, afirmou Téo. O prefeito em exercício reforça que essa entrega é apenas uma das frentes de mobilidade para esta área da cidade e que ainda haverá debates sobre futuras intervenções quando o trem chegar a César de Souza: “A cidade vai decidir se quer viaduto, ponte estaiada ou túnel. Mas isso será discutido lá na frente.”

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Trecho mais complexo

Segundo o secretário de Obras, o trecho mais crítico segue sendo o viaduto sobre a linha férrea, que ligará a nova via à Avenida Dante Jordão Stoppa.

“A parte viária está com quase 80% concluída. Mas o viaduto, pela sua grandiosidade, ainda tem muito serviço. Por isso a previsão de entrega geral é apenas em agosto de 2026”, explicou Nilmar.

A estimativa da Pasta é que, quando o Corredor Nordeste estiver funcionando, haja uma melhora de até 30% no volume de trânsito para quem utiliza a Ricieri diariamente.

Presente na vistoria, o vereador Mauro Araujo (MDB) ressaltou a importância histórica da obra.

“Essa é a maior obra de mobilidade urbana da cidade. Em menos de 10 meses, a gestão avançou quase 50% do cronograma. O mogiano que mora nessa região terá mais qualidade de vida e novas rotas para se deslocar pela cidade e para São Paulo.”

Moradora do distrito, a vendedora Eliandra de Oliveira confirma que a mudança será sentida no cotidiano. “Em horário de pico, você não anda. Semana passada levei uma hora para chegar em casa. Não é longe, mas é impossível atravessar. Essa obra vai ajudar, e vai ajudar muito”, disse.

Com investimento de R$ 121,5 milhões, o corredor contará ainda com 1.850 metros de ciclovias. A previsão é de que o impacto seja sentido já nas primeiras liberações de trecho, desafogando acessos e oferecendo novas possibilidades de circulação para milhares de mogianos da Região Leste.

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