Condemat defende medidas mais restritivas e discute antecipação de feriados

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Há duas semanas a taxa de ocupação de leitos de UTI no Alto Tietê se mantém acima de 90%

Da Redação / Foto: Irineu Junior – Secop Suzano

O Condemat (Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê) declarou hoje (18), em ofício destinado ao governador João Doria (PSDB), apoio ao endurecimento das medidas restritivas na Região Metropolitana do Estado. A antecipação dos feriados, como alternativa para diminuir o fluxo de pessoas nas ruas, está sendo estudada pelos municípios.

A situação é caótica em toda a região, com os sistemas de saúde já colapsados, inclusive com registro de óbitos de pacientes que aguardavam vagas em leitos de UTI e o aumento contínuo nos novos casos e óbitos por coronavírus.

Há duas semanas a taxa de ocupação de leitos de UTI no Alto Tietê se mantém acima de 90%. Nesta semana o índice de ocupação em leitos de enfermaria ultrapassou 100% na maioria dos municípios. A situação é mais crítica nos municípios de Arujá, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Santa Isabel e Suzano, onde os índices chegaram a 100% na UTI.

De acordo com o presidente do Condemat, Rodrigo Ashiuchi (PL), os prefeitos já vêm estudando medidas mais rígidas em cada munícipio, porém concordaram que para que elas funcionem é necessário que seja adotado em toda a região metropolitana, haja visto que uma decisão isolada não surtiria o efeito desejado, entre outras razões, pela conurbação existente entre as cidades e a circulação do transporte público comum, em especial, o sistema estadual de trens e ônibus, que interliga as cidades.

“Nestas duas últimas semanas estamos vendo que todo o nosso esforço em ampliar os leitos e aplicar medidas restritivas não está sendo suficiente para conter o avanço do vírus na região e que a nossa principal arma continua a ser o distanciamento social. Fazemos o máximo para evitar o recrudescimento das restrições, pois sabemos o quanto afeta a economia de milhões de famílias, no entanto, com o cenário atual, restam poucas alternativas”, disse.

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