Seis cidades do Alto Tietê possuem colocações importantes na terceira edição do Ranking de Competitividade dos Municípios. O estudo tem como objetivo alcançar um entendimento abrangente das cidades do país, através de uma ferramenta que disponibiliza à população um balanço das atuações dos líderes públicos, incitando a competitividade, que visa buscar a melhoria da gestão pública.
O Ranking analisa o total de 415 municípios brasileiros, que possuem acima de 80 mil habitantes, de acordo com a estimativa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para o ano de 2021. Salesópolis, Biritiba Mirim, Santa Isabel e Guararema não entraram no estudo por não possuírem o número indicado de habitantes.
O Sudeste tem apresentado bom desempenho. Entre os 100 primeiros colocados, 64% são municípios dessa região, e entre as 50 primeiras colocações no ranking dessa área, 42 são de cidades do Estado de São Paulo. Com 189 municípios, está é a região com o maior número de cidades participantes.
A metodologia do ranking foi elaborada a partir de um amplo estudo de benchmark internacional e de literatura acadêmica especializada sobre o assunto. Dentro da pesquisa, pilares como o desempenho da segurança, educação, saneamento básico, saúde e economia foram examinados e disponibilizados pela plataforma.
Dentre as seis cidades do Alto Tietê que estão no ranking, Mogi das Cruzes aparece em 138º, seguida de Arujá (139º); Poá (175º); Suzano (181º); Itaquaquecetuba (240º); e Ferraz de Vasconcelos em 247º. No ranking geral, São Paulo aparece em 5º lugar, e segundo o levantamento feito, a cidade caiu uma posição em relação a 2021.
Poá obteve destaque no segmento de segurança, ocupando o 4º lugar. Arujá aparece em 26º posição e Suzano em 56º nesta mesma seção. Entre as cidades do Alto Tietê citadas acima, Mogi das Cruzes ocupa a 171º posição referente à qualidade da saúde. Suzano aparece em 75º lugar no segmento do saneamento básico, e novamente Poá demonstra vantagem, ocupando o 31º lugar. Na área da educação, Arujá aparece em 85º lugar e Mogi na 94ª posição.
Esta organização incentiva a competição positiva entre os municípios e permite a obtenção de um amplo mapeamento dos fatores de fragilidade, direcionando, de forma mais precisa, a atuação das lideranças públicas municipais para planejamento e atuação para as áreas mais necessitadas.




