Após a forte repercussão da reportagem publicada pela GAZETA na edição 603, a Mesa Diretiva da Câmara Municipal de Suzano reuniu a imprensa, na tarde de quinta-feira (30), para esclarecer informações sobre o projeto de lei que autoriza o pagamento de uma “cesta natalina” em vale-alimentação aos 176 servidores da Casa.
Participaram do encontro os integrantes da Mesa, com exceção do 3º secretário, Max Eleno dos Santos (PL), o Max do Futebol. Segundo os vereadores, parte das informações teria sido “mal interpretada” por este jornal.
O projeto, já aprovado pela Câmara e agora aguardando sanção ou veto do Executivo, prevê que a Mesa Diretiva poderá, “observada a disponibilidade orçamentária e financeira”, conceder anualmente uma cesta natalina “correspondente até à fração de quatro inteiros do respectivo benefício”.
De acordo com os parlamentares, no entanto, o benefício não será concedido neste ano, justamente pela falta de disponibilidade orçamentária.
Durante a reunião, os membros da Mesa fizeram questão de rebater a informação obtida pela GAZETA junto a uma fonte da própria Câmara, segundo a qual o benefício poderia custar até R$ 4 mil por servidor. O 1º secretário, André Marcos de Abreu (PSD), o Pacola, foi categórico: “Nós jamais pensamos em conceder R$ 4 mil por servidor.”
O presidente da Câmara, Artur Takayama (PL), também destacou que sua gestão tem priorizado o controle de gastos. “Desde que assumimos a presidência, em janeiro de 2025, temos procurado cortar todos os custos possíveis. Portanto, a cesta natalina é, neste momento, apenas um projeto de lei — não algo concreto para este ano”, afirmou.





