Aulas presencias começam na segunda (8) sem que os educadores sejam vacinados

O secretário estadual de Educação Rossieli Soares da Silva esteve nesta terça-feira (2) em Mogi das Cruzes reunido com prefeitos e secretários de educação das cidades da região no Cemforpe (Centro Municipal de Formação Pedagógica) para dizer que o Governo de São Paulo determinou que a volta das aulas presencias na rede estadual comecem na próxima segunda-feira (8).

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Secretário estadual de Educação, Rossieli Soares, falou com os prefeitos do Alto Tietê sobre o assunto que traz preocupação a todos

Por Aristides Barros / Foto: Divulgação

O secretário estadual de Educação Rossieli Soares da Silva esteve nesta terça-feira (2) em Mogi das Cruzes reunido com prefeitos e secretários de educação das cidades da região no Cemforpe (Centro Municipal de Formação Pedagógica) para dizer que o Governo de São Paulo determinou que a volta das aulas presencias na rede estadual comecem na próxima segunda-feira (8).

Indagado sobre a vacinação dos profissionais da educação, como vem ocorrendo com os profissionais da saúde, Silva disse que “não vincula o retorno às aulas à vacinação dos professores”. Porém, ele adiantou que “os professores estão no grupo de prioridade da vacina e vão receber a vacina antes da maioria dos brasileiros”. O secretário afirmou que os educadores acima de 60 anos são os que têm maior risco e serão os primeiros a serem vacinados. “A vacinação dos educadores deve acontecer só no final do primeiro semestre”, prevê Silva.   

O secretário falou sobre o reforço de verbas para as escolas e disse que os estudantes necessitados de merenda escolar terão a alimentação nas unidades e os do ensino remoto, caso necessitem, poderão solicitar nas escolas onde estudam.  

Sobre a possibilidade de contágio da Covid-19, Silva expos o Simed (Sistema de Informação e Monitoramento da Educação), que obriga as escolas particulares, estaduais e municipais a informar “quem teve Covid, qual foi o dia que frequentou a escola e com quem teve contato”.  

“Quando alguém é contaminado, a gente monitora desde cedo e testa todo mundo que esteve próximo. Esse será o procedimento nas escolas”, revelou.

Tenso

O secretário se irritou ao ser perguntado sobre a veracidade ou não de comentários dando conta de que o retorno às aulas presenciais – no momento mais crítico da pandemia – se deve a escolas particulares estarem fazendo pressões para o volta do ensino, devido aos prejuízos financeiros que estão tendo.

“É mentira, simples assim. Eu acho que é falácia do Sindicato, que é contra a volta às aulas”, respondeu.

Ele estaria se referindo à Apeoesp (Sindicato dos Professores) que entrou com representações no intento de prorrogar o retorno até que a categoria seja vacinada.    

Ao final da reunião a reportagem conversou com o prefeito de Salesópolis, Vanderlon Gomes (PL) que condicionou o retorno das aulas presenciais na cidade https://portalgazetaregional.com.br/wp-content/uploads/2023/06/ed440.pngistrada por ele mediante a vacinação dos profissionais da educação.

O prefeito salesopolense sabe que numa possível contaminação vai ter de “olhar direto” nos olhos da comunidade estudantil (de merendeiras a professores, alunos e pais de alunos) para assumir o erro ocasionado pela volta às aulas sem a vacinação dos profissionais do setor.      

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