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Alto Tietê e sua maior riqueza: água

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Com o trânsito de veículos cada vez mais caótico, as cidades precisam encontrar soluções que ampliem, de maneira efetiva, as opções de deslocamento urbano, seja para pessoas, seja para cargas.

Conforme o prefeito de Itaquaquecetuba, Eduardo Boigues, exemplificou recentemente à GAZETA (durante entrevista concedida ao programa Política Se Discute), o problema não se restringe à “simples” inclusão de ônibus no sistema coletivo de transporte, pois é preciso aplicar políticas públicas contínuas de mobilidade.

No Alto Tietê, a Prefeitura de Suzano apontou, nesta semana, que pretende elevar em 108% a rede cicloviária da cidade até o fim deste ano. Segundo a gestão do prefeito Rodrigo Ashiuchi, com as obras que estão sendo executadas nas avenidas Senador Roberto Simonsen e Jorge Bei Maluf, a extensão dos espaços exclusivos para os ciclistas será dobrada, passando de 6,15 para 12,83 quilômetros.

Os esforços do Poder Público são dignos de reconhecimento, mas acabam sufocados pela frota de veículos cada vez maior e uma região em franco crescimento. Diante desse problema, embora pareça utópico, o transporte aquaviário poderia ajudar a desafogar as vias terrestres da região.

Um modelo é a hidrovia Tietê-Paraná, que conta com 2,4 mil quilômetros navegáveis e é usada principalmente para o transporte da produção agrícola até o Porto de Santos. Sendo o Alto Tietê o berço do rio, cujas águas serpenteiam o território de seis das 10 cidades, não é hora da região se apropriar dessa riqueza?

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