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‘A nossa pré-candidatura é um movimento de pessoas que querem o bem de S. Isabel’

Pré-candidato a prefeito de Santa Isabel participou do programa Política Se Discute
Foto: Porgrama Política Se Discute

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Embora ainda faltem mais de 100 dias para as eleições municipais, as pré-candidaturas vão se afunilando cada vez mais. Em Santa Isabel, o pré-candidato a prefeito Cleber Vinicius Kerchner (PL), o Clebão, é o principal oponente do atual titular do cargo, Carlos Chinchilla (PODE). Em entrevista exclusiva à GAZETA, ele falou sobre os seus diferenciais. Confira:

GAZETA: Porque você decidiu se pré-candidatar a prefeito de Santa Isabel mais uma vez?

Clebão: Muito maisdo que um desejo pessoal do Cléber, ou do Clebão, é um desejo de um grupo que quer o bem de Santa Isabel, de um grupo comprometido com Santa Isabel, de uma frente ampla partidária que quer o bem de Santa Isabel. E esse movimento vem recebendo o apoio da população, a população que quer o bem de Santa Isabel e quer uma melhor qualidade de vida.

Então, a minha pré-candidatura abrange tudo isso, não é só uma vontade, é um movimento natural das pessoas que querem ser melhor cuidadas e que estão se unindo para isso. Melhor do que a gente desejar é as pessoas desejarem que nós nos coloquemos à disposição de cuidar delas, e é isso que significa a nossa pré-candidatura.

Não é uma pré-candidatura minha, é uma pré-candidatura nossa. Não é uma pré-candidatura do PL, é uma pré-candidatura de uma frente ampla entre partidos, e não é uma pré-candidatura de um grupo político, mas, sim, de pessoas de toda a cidade que, independentemente de estarem inseridas na política ou não, estão nesse movimento de mudança, de renovação. É isso que significa a nossa pré-candidatura, uma frente ampla de pessoas do bem.

GAZETA: A atual gestão não está à altura do que a população e a cidade precisam?

Clebão: O cenário é bem cristalino, é bem claro nessa questão. Antes de eu ser um político da cidade, sou cidadão, sou contribuinte, pago meus impostos em dia, então, eu preciso de uma cidade melhor, pois vivo na cidade, eu amo a minha cidade. Se o governo estivesse bem, como eu não estaria apoiando? Agora, quando a maioria da população desaprova o atual governo, é porque eles não estão cumprindo com o compromisso básico, que é cuidar das pessoas.

Estamos andando muito pelos quatro cantos da cidade, e infelizmente o que eu vejo são as pessoas sem perspectiva, com uma baixa estima tremenda, e isso tudo por conta da atual gestão, que deixou de cumprir o compromisso de cuidar das pessoas.

É nítido que o isabelense quer mudança, e eu acho que o momento é exatamente agora, porque a hora das pessoas expressarem o seu desejo é nas urnas, é ali que tudo acontece, e esse momento é muito importante. A decisão lá no dia das eleições, em outubro, vai acarretar as consequências dos próximos quatro anos da nossa cidade, e o que eu vejo é que o nosso povo isabelense quer mudança.

GAZETA: Você fala muito sobre renovar Santa Isabel. Porque essa é uma bandeira para você?

Clebão: Quando eu te falo que a baixa estima da população é o que mais vem me impressionando nessa pré-campanha, o nosso movimento de mudança, de renovação, é buscar justamente isso, voltar a dar ao isabelense o prazer e o orgulho da nossa cidade, de bater no peito e falar ‘eu sou isabelense’, ‘minha cidade é uma cidade gostosa e boa para se viver’.

Hoje, a cidade é boa para os nossos filhos? Quais são as expectativas futuras? E quando o poder público não comparece, fazendo a sua parte, cuidando da saúde das pessoas, cuidando da educação, quando o poder público não age para passar o sentimento de segurança que as famílias precisam para se desenvolver, isso tudo acarreta nessa baixa estima. O nosso movimento de renovação é formado por pessoas que já viveram na Santa Isabel que tanto nos orgulhou, e que, infelizmente, por consequência do poder público, vem perdendo a estima que tanto nos orgulhava.

GAZETA: Como recuperar essa cidade que dá orgulho?

Clebão: Você cuidando bem, oferecendo os serviços básicos. Hoje, todos os bairros de Santa Isabel sofrem com problema de zeladoria. Sabe o que é você acordar cedo para ir trabalhar e ver seu bairro sujo, com mato, sem o horário do lixo ser cumprido, falta de iluminação, e aí você vai chegar tarde da noite, depois de uma jornada de trabalho, e seu bairro continua sujo, cheio de mato.

Às vezes a sua esposa vai te contar que foi no posto de saúde e falta remédio, que não tinha médico. Qual a consequência disso? É as pessoas cada vez mais acharem que Santa Isabel não tem mais jeito.

Hoje, nas nossas andanças, nas visitas às empresas, aos comércios, às famílias isabelenses, por muitas vezes isso me dói o coração, mas eu escuto as pessoas falando, ‘Clebão, larga disso, essa cidade não tem mais jeito, essa cidade não vai para a frente, isso daqui não tem jeito’.

Tem jeito, e é isso que nós queremos com esse movimento de renovação. Se todas as cidades ao nosso entorno estão avançando e crescendo, estão fazendo política pública de verdade, de cuidar da vida das pessoas, com planejamento, aqui também é possível.

GAZETA: Como ampliar a geração de empregos na cidade?

Clebão: Esse ponto é uma das minhas principais preocupações, pois vem de encontro ao que a gente vem falando de autoestima, e a autoestima do cidadão começa pela dignidade. A dignidade é dada à família quando se tem emprego, para você conquistar o seu alimento, a sua subsistência, e colocar comida em casa. É isso o que Santa Isabel vem perdendo a cada gestão, o seu poderio de geração de emprego e renda.

Nós temos uma faixa de quase 16 quilômetros na Rodovia Presidente Dutra, é o maior corredor econômico do Brasil, e você pode ver que ela é habitada industrialmente até as divisas de Santa Isabel, mas em Santa Isabel não. Nós não temos área própria que Santa Isabel possa fazer seção de área para que venham empresas, como muitos municípios fazem. Então, elas vão se instalar em Santa Isabel quando houver atrativo econômico. Você tem que ter inteligência administrativa e fazer planejamento de substituição tributária, incentivos fiscais e tributários.

GAZETA: Você é a favor do programa Tarifa Zero em Santa Isabel?

Clebão: O transporte gratuito é uma tendência mundial. Estão espalhando boatos, fake news, dizendo que vou acabar com o Tarifa Zero. Isso é mentira. Eles querem assustar e prejudicar a população. O Tarifa Zero é bom para a população. É essencial, como tudo o que vem para agregar à renda da família. Tarifa Zero é como um posto de saúde ou uma escola. Depois que você entrega, ninguém mais tira da população. Torna-se uma política pública essencial. Mas não adianta ter tarifa zero se, lá no Cachoeira, sai um ônibus às oito da manhã e outro só às nove da noite.

Nós vamos melhorar o Tarifa Zero. Porque não adianta oferecer transporte gratuito com ônibus velhos, quebrados e sucateados. Comigo, o Tarifa Zero vai continuar existindo, mas será um programa que terá qualidade, porque a população merece respeito.

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