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Junho é o mês mundial da conscientização da infertilidade

Junho é o mês mundial da conscientização da infertilidade, período importante para a disseminação de informações e para a desestigmatização dessa condição que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atinge uma em cada seis pessoas, ou seja, 15% da população. A entidade considera a infertilidade como uma doença do sistema reprodutivo, que pode ter diversas causas: fatores femininos, masculinos, origem desconhecida e associação de fator
Junho é o mês mundial da conscientização da infertilidade
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O mês de junho é reconhecido como o mês mundial da conscientização da infertilidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a infertilidade atinge uma em cada seis pessoas, ou seja, 17,5% da população adulta. A entidade considera a infertilidade como uma doença do sistema reprodutivo, que pode ter diversas causas: fatores femininos, masculinos, origem desconhecida e associação de fatores do casal.

“Certamente esses dados foram agravados nos últimos tempos pela idade e suas consequências, já que a mulher vem postergando a maternidade e, assim, enfrentando com mais frequência endometriose e alterações cromossômicas, como o maior risco de aborto e não gestação”, informa a Dra Thaís Domingues, especialista em medicina reprodutiva da Huntington.

Cada vez mais avançadas, as técnicas de reprodução assistida podem ajudar os diversos casos de infertilidade.  “Além das técnicas de baixa complexidade, como o coito programado e a inseminação, a fertilização in vitro, em suas várias modalidades (clássica, ICSI, com óvulos próprios ou doados) é a que certamente auxilia um número maior de pacientes”, comenta Dra Thaís.

 “Independentemente da técnica escolhida, é fundamental ter o acompanhamento de um médico especializado durante todo o processo de reprodução assistida. Mulheres com menos de 35 anos que tentam engravidar há mais de um ano, ou aquelas com 35 anos, ou mais, que tentam há mais de seis meses, devem considerar a consulta com um especialista em fertilidade”, ressalta a médica. 

Para a especialista, as pacientes que enfrentam dificuldades para engravidar deve sempre recorrer ao auxílio médico. “As mulheres precisam de especial atenção a problemas como ciclos menstruais irregulares, histórico de doenças reprodutivas, ou condições médicas preexistentes. Receber um diagnóstico precoce e um plano de tratamento personalizado pode aumentar significativamente as chances de sucesso para uma gestação”, afirma.

Por fim, a médica comenta sobre os casos que atingem os homens. “Já a infertilidade masculina vem aumentando nos últimos anos e está intimamente relacionada ao estilo de vida. Vários hábitos diários podem influenciar positiva e negativamente a fertilidade tanto feminina quanto masculina. Um exemplo clássico é o sedentarismo, a obesidade, a falta de sono e a má alimentação, além do já conhecido uso de cigarro e drogas”, complementa a especialista em FIV.

Fundada em 1995, a Huntington Medicina Reprodutiva integra o Grupo Eugin, com presença em nove países, mais de 1,5 mil profissionais e 30 clínicas ao redor do mundo. Possui unidades na cidade de São Paulo (Ibirapuera, Paraíso e Vila Mariana), Campinas (SP), Brasília (DF) e Belo Horizonte (MG).

 

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