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Varejo expande etiquetagem na origem para elevar segurança e performance

Solução para etiquetar produtos direto da fábrica contempla produtos de todas as verticais

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Em resposta às crescentes taxas de perdas e fraudes no varejo, somadas às constantes transformações na expectativa dos consumidores, a ampliação na cobertura de artigos etiquetados na origem tem sido uma alternativa cada vez mais utilizada pelas principais empresas do setor.

Esse processo, ao contrário do que se imagina, não se aplica somente a vestuário ou eletrônicos. A etiquetagem direto da fábrica contempla qualquer vertical, beneficiando a maioria dos produtos comercializados no varejo, mesmo aqueles mais difíceis de proteger. Deste modo, é possível não apenas minimizar perdas e fraudes, mas também otimizar a operação do varejista e aperfeiçoar a experiência do cliente.

“Com a etiquetagem na origem, os produtos chegam à loja direto para a área de vendas, dispensando os funcionários da tarefa de etiquetá-los para que se concentrem em atividades de maior valor, como atendimento ao cliente, elevando a performance do estabelecimento e oferecendo uma melhor experiência de compra para o consumidor”, afirma Maya Sumiya, Gerente Geral para o Brasil da Sensormatic Solutions, portfólio global de soluções de varejo da Johnson Controls.

A seguir, Maya lista algumas categorias de produtos com alto índice de furto que podem se beneficiar da etiquetagem na origem.

Alimentos e bebidas: entre os artigos mais visados por criminosos, alimentos e bebidas tradicionalmente são itens difíceis de etiquetar. Ideais para proteger produtos de alto valor, como carnes nobres, as etiquetas adesivas são facilmente inseríveis, fornecendo proteção discreta e desativação confiável no ponto de venda para evitar falsos alarmes. Para engarrafados, como vinhos e destilados, as tampas com etiqueta rígida são especialmente projetadas para proteger a mercadoria sem ofuscá-la ou obstruir o contato do cliente. 

Vestuários e calçados: os consumidores já estão acostumados com etiquetas de segurança no vestuário, mas a inovação na tecnologia de etiquetagem expandiu seu uso para ajudar os varejistas a proteger cada vez mais categorias de produtos. Caso das etiquetas incorporadas, que podem ser inseridas no salto dos calçados durante o processo de fabricação.

Cosméticos e artigos de luxo: produtos sofisticados voltados aos mercados de luxo e de beleza também não passam despercebidos. Com o aumento do custo médio dos itens roubados ou furtados, não proteger mercadorias de alto valor pode trazer ainda mais prejuízos. Etiquetar na origem garante a proteção sem perder o apelo estético de peças como bolsas e perfumes. Etiquetas adesivas também são mais facilmente afixadas em pequenos produtos, como batons e pincéis de maquiagem.

Efetuar etiquetagem na origem com tags habilitadas com identificação por radiofrequência (RFID) pode agregar ainda mais valor. A Renner, empresa brasileira do varejo de moda, empreendeu um projeto em grande escala com a tecnologia da Sensormatic Solutions, contemplando mais de 500 milhões de produtos com etiquetas RFID.

Como resultado, a Renner obteve redução de 87% na ruptura e aumento de 64% na precisão de inventário, otimizando as operações de suas mais de 400 lojas físicas e do e-commerce. Isso porque as etiquetas RFID armazenam dados de mercadorias em nível de item que podem ser coletados e lidos automaticamente por meio da nuvem, o que acelera o processo de inventário e fornece uma visão aprimorada e em tempo real do estoque em toda a cadeia de suprimentos.

“Otimizar os níveis de serviço com a etiquetagem na origem leva a uma eficiência maior a custos mais baixos. Além disso, produtos seguros e clientes satisfeitos são uma combinação poderosa que ajuda a impulsionar as vendas e a reduzir as perdas, aumentando a lucratividade”, conclui Maya.

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dino
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