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Plataforma ajuda produtores artesanais a vender alimentos

A Casa do Produtor comercializa alimentos artesanais em sua plataforma online, como queijos, charcutaria, cafés, doces de leite, sucos e pães artesanais. Segundo os sócios, foco da empresa é garantir uma entrega rápida ao consumidor para que os produtos cheguem frescos
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Uma plataforma on-line que conecta produtores artesanais ao consumidor final. Essa é A Casa do Produtor, e-commerce idealizado por um grupo de empreendedores de São Paulo (SP) que buscavam uma forma de facilitar a venda de alimentos do campo para a cidade.

O projeto surgiu primeiramente em 2019 e foi amadurecendo até se tornar realidade em meio à pandemia de Covid-19. Naquela época, muitos comércios e estabelecimentos físicos tiveram seu funcionamento afetado e a internet tornou-se a alternativa para vender. 

A iniciativa deu certo: hoje já são mais de 50 mil consumidores atendidos e 50 produtores de diferentes estados que comercializam produtos artesanais por meio do e-commerce, muitos sendo produzidos através de tradições familiares. 

O objetivo é proporcionar opções diferentes dos alimentos industrializados e ultraprocessados de marcas convencionais, normalmente encontrados nas prateleiras dos supermercados.

“A Casa do Produtor busca criar não apenas transações comerciais, mas uma comunidade que valoriza o trabalho artesanal e promove o apoio mútuo. É o compromisso com uma mudança positiva no cenário comercial, fortalecendo laços sociais e econômicos”, explica Henrique Tanaka, um dos sócios da empresa.

Tanaka acrescenta que A Casa do Produtor tem três pilares fundamentais que norteiam sua atuação profissional. O primeiro deles é a sustentabilidade, princípio presente em todas as operações do e-commerce, da seleção de parceiros ao material usado no dia a dia.

“Priorizamos os parceiros que aderem a métodos de produção, de manejo animal e de flora sustentáveis. Todas as caixas que utilizamos são feitas de outras caixas recicladas, não usamos plástico-bolha, mas, sim, materiais naturais como palha de madeira. Em breve, teremos entregas sem emissão de dióxido de carbono [CO2, que contribui para o efeito estufa]”, afirma o sócio Carlo Caruso.

O segundo pilar da empresa é o fair trade, termo em inglês que significa “comércio justo”. Como não tem intermediários, A Casa do Produtor oferece margens mais vantajosas para os produtores e preços mais acessíveis aos consumidores finais. Ou seja, os dois lados ganham, dizem os representantes da empresa.

“Visamos divulgar a cultura e a história dos produtores artesanais do Brasil. Nosso foco são eles, pois cada produto que as pessoas recebem é fruto de dedicação e trabalho duro de gerações”, alega o sócio Herbert Gieg.

A empresa também segue o princípio do farm-to-table ‒ “da fazenda para a mesa”, em tradução literal ao português. “Proporcionamos uma conexão direta do campo à mesa, para que as propriedades dos alimentos não sejam perdidas ao longo do trajeto até a casa dos consumidores”, esclarece Luis Deluqui, sócio da Casa do Produtor.

Para que o alimento chegue rápido ao cliente, a empresa possui um hub logístico em São Paulo, onde os produtos são recebidos e distribuídos semanalmente. Em relação ao futuro do negócio, os empreendedores se dizem otimistas. “É um mercado ainda pequeno no Brasil comparado com países mais desenvolvidos, mas que tem enorme potencial de crescimento”, resume Deluqui.

Em 2024, A Casa do Produtor foi convidada pela Rede Globo para participar do programa Pequenas Empresas Grandes Negócios

Para saber mais sobre a empresa, basta acessar: https://acasadoprodutor.com.br/

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